Milhões de brasileiros começaram a receber os pagamentos de junho do Bolsa Família nesta semana. O benefício, que já garante uma renda mínima de R$ 600 por família, conta com adicionais que aumentam significativamente o valor depositado para parte dos beneficiários, fazendo com que muitas famílias recebam quantias superiores ao piso do programa.
Os depósitos tiveram início no dia 17 de junho e seguem até o dia 30, conforme o final do Número de Identificação Social (NIS). Em alguns municípios afetados por situações de emergência ou calamidade pública, o pagamento foi antecipado e liberado já no primeiro dia do calendário, independentemente do número final do documento.
O chamado “presentão” mencionado por diversos veículos se refere justamente aos benefícios extras pagos juntamente com a parcela principal. Esses adicionais são destinados a grupos específicos, como crianças pequenas, gestantes, nutrizes e adolescentes, aumentando o valor final recebido pelas famílias cadastradas.
Além do valor mínimo garantido, o benefício médio pago neste mês supera os R$ 670 por família. O montante varia de acordo com a composição familiar e as informações registradas no Cadastro Único, utilizado pelo governo para definir os pagamentos.
Benefícios extras elevam valor recebido
Entre os adicionais previstos está o pagamento de R$ 150 para cada criança de até seis anos de idade. Também são concedidos valores extras de R$ 50 para gestantes, mães de bebês de até seis meses e jovens entre 7 e 18 anos que fazem parte das famílias beneficiárias.
O calendário de junho segue até o dia 30, com depósitos realizados de forma escalonada conforme o final do NIS. Os beneficiários podem movimentar os recursos pelo aplicativo Caixa Tem, além de realizar saques em agências, lotéricas e correspondentes bancários autorizados.










