O Brasil é reconhecido como um país de extrema importância arqueológica. E esse mérito se deve por conta da existência de locais como a Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, que abriga 400 milhões de anos de história em seu território.
Famosa por seus imponentes paredões de arenito, a região, que fica a 65 km de Cuiabá, proporciona uma imersão histórica de alta relevância devido ao vasto patrimônio composto por vestígios milenares que possui.
Em dezenas de áreas catalogadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), é possível encontrar inscrições e pinturas rupestres que datam de milhares de anos e revelam mais sobre os primeiros habitantes região.
Além disso, a Chapada dos Guimarães também possui um relevante registro de fósseis que auxiliam na reconstituição da evolução paleogeográfica do continente, que já foi um um oceano profundo, mas se tornou um cenário desértico com o passar do tempo.
Conforme divulgado pelo portal Correio Braziliense, em locais como a trilha do Véu da Noiva, é possível encontrar rochas que guardam formas de braquiópodes e outras criaturas marinhas do Período Devoniano.
Além dos fósseis e registros pré-históricos: o que fazer na Chapada dos Guimarães
É importante destacar que embora o contato com registros pré-históricos, como os fósseis e as pinturas rupestres, se destaquem como atrações relevantes da Chapada dos Guimarães, o destino também é uma potência do ecoturismo, composto por joias como:
- Cachoeira do Véu de Noiva: queda monumental com mirante de observação acessível;
- Circuito das Cachoeiras: complexo hidrográfico composto por seis piscinas naturais;
- Cidade de Pedra: complexo geomorfológico formado por monumentos gigantescos;
- Morro de São Jerônimo: situado no ponto mais alto do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, conta com travessia que inclui pernoite no abrigo Casa do Morro;
- Gruta do Lago Azul: formação espeleológica com espelho d’água cristalino de coloração turquesa.










