Durante décadas, a Globo deteve os direitos exclusivos de exibição da Copa do Mundo no Brasil. No entanto, o monopólio da emissora chegou ao fim em 2026, uma vez que a Cazé TV garantiu um acordo inédito para ser a única parceira de mídia a transmitir todos os 104 jogos da atual edição do torneio.
E o ocorrido parece ter provocado uma forte reação nos bastidores da Globo, pois segundo informações compartilhadas pelo portal Planeta do Futebol, a emissora estaria articulando estratégias de longo prazo para impedir que a concorrente digital vença novamente.
Isso porque, durante reuniões recentes com as duas empresas, a Federação Internacional de Futebol (FIFA) teria afirmado que a qualidade da cobertura e o alcance de público atingidos em 2026 servirão como métricas decisivas nas futuras mesas de negociação para a Copa de 2030.
Sendo assim, para se destacar na cobertura, a Globo mobilizou uma equipe massiva de centenas de profissionais. A comitiva mistura jornalistas de peso e grandes nomes do entretenimento, incluindo rostos como Ana Maria Braga e Patrícia Vasconcellos.
O imponente contingente não apenas supera o tamanho da equipe da CazéTV, mas também o de outras redes concorrentes, o que garante à Globo uma ampla vantagem competitiva na produção de conteúdos do torneio.
Estratégia multiplataforma: outros destaques do plano da Globo
A gigantesca comitiva é apenas o ponto de partida do plano montado pela emissora carioca para voltar a ter exclusividade sobre a Copa do Mundo. Afinal, vale lembrar que a estratégia de cobertura integrada da Globo engloba ainda as seguintes ações de destaque:
- Fim do delay: a emissora investiu para exibir as partidas praticamente em tempo real, eliminando os segundos de atraso (delay) comuns nas transmissões digitais, e reforçou o feito em campanhas amplamente veiculadas;
- Antenas: a Globo também fez campanhas incentivando o público a usar a antena digital terrestre, alegando que o recurso pode garantir mais estabilidade para as transmissões;
- DTV+: a Copa de 2026 servirá para que a emissora lance oficialmente a DTV+, também conhecida como TV 3.0, que promete tornar a experiência na TV aberta mais interativa.










