Dono de uma carreira de peso no futebol mundial, que inclui até mesmo diversas passagens pela Seleção Brasileira, o ex-jogador Robinho acabou preso em março de 2024 e, desde então, cumpre uma sentença de 9 anos por envolvimento em crime de estupro coletivo, ocorrido na Itália.
E vale destacar que, atrás das grades, seu histórico não lhe garantiu nenhum tipo de benefício, conforme revelado pelo próprio ex-astro do futebol em um vídeo divulgado pelo Conselho da Comunidade de Taubaté.
No registro, Robinho declarou que cumpre a mesma rotina dos demais internos da unidade, sem qualquer privilégio ou tratamento diferenciado quanto à alimentação, aos horários e às atividades autorizadas no presídio.
O ex-jogador revelou que sua rotina inclui trabalho, leitura e, em ocasiões específicas, partidas de futebol que acabam sendo realizadas aos domingos, quando não há jornada de trabalho.
Ele informou ainda que os encontros familiares ocorrem em estrita conformidade com as diretrizes do sistema penitenciário, obedecendo aos mesmos critérios de agendamento, segurança e duração aplicados aos demais reeducandos.
Defesa de Robinho pede para que STF analise habeas corpus de ex-atacante da Seleção
No começo de junho, a defesa de Robinho protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) memoriais em um habeas corpus para tentar afastar o caráter hediondo da pena por estupro que o ex-atacante da Seleção cumpre no Brasil.
No pedido, os advogados sustentam que o ordenamento jurídico italiano não tipificou o crime como hediondo em sua condenação original, pontuando que a atribuição feita pelo Judiciário brasileiro agravou ilegalmente as restrições da pena estrangeira.
De acordo com informações publicadas pela revista Veja, na última semana, a defesa do ex-jogador formalizou um apelo ao ministro Luiz Fux para acelerar a análise do documento, alegando que o recesso judiciário, agendado para iniciar em julho, pode acabar travando resoluções de forma indevida.










