Embora tenha melhorado sua imagem pública nos últimos anos, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, voltou a gerar opiniões divididas recentemente após promover uma nova rodada de demissões em massa na empresa.
A movimentação mais recente, descrita pelo executivo como parte de uma estratégia voltada à aceleração dos investimentos em inteligência artificial (IA), culminou no desligamento de aproximadamente 9 mil funcionários, que é equivalente a cerca de 10% da força de trabalho da Meta.
Além dos desligamentos, a companhia ainda decidiu congelar o preenchimento de aproximadamente 6 mil vagas que estavam abertas. E vale destacar que todas essas decisões estão sendo tomadas poucos meses após outra série de cortes.
Nos Estados Unidos, os funcionários desligados receberão um pacote de indenização correspondente a quatro meses de salário, acrescido de semanas adicionais proporcionais ao período de atuação na Meta. Além disso, a empresa afirmou que oferecerá apoio relacionado à imigração e assistência médica.
Por meio de um comunicado enviado aos funcionários, Zuckerberg agradeceu aos profissionais desligados pelos serviços prestados e declarou que a Metal não deve promover novas demissões em massa em 2026. Todavia, de acordo com a imprensa norte-americana, o clima de tensão se instaurou na empresa.
Brasileiros foram afetados por nova estratégia da empresa de Zuckerberg
É importante destacar que os milhares de cortes da Meta afetaram funcionários de todo o mundo, incluindo brasileiros que integram os times de tecnologia, vendas e marketing, bem como algumas posições posições de gerência.
O jornal O Globo relatou que os desligamentos ocorreram logo pela manhã no escritório do Brasil. Já no horário da tarde, as equipes passaram por reuniões para entender a nova organização da empresa.
De acordo com informações divulgadas pelo portal Mobile Time, a área responsável pela operação do WhatsApp no país foi a única poupada pela empresa de Zuckerberg nessa nova onda de demissões.






