Com um portfólio que abrange 48 conquistas oficiais, acordos de patrocínio de alto valor e investimentos em múltiplos setores, o craque argentino Lionel Messi certamente é um dos atletas mais bem-sucedidos da história do futebol.
Naturalmente, esse sucesso se reflete em um patrimônio bilionário que assegura a Messi o acesso a um estilo de vida exclusivo, ilustrado por bens como mansões de alto luxo, incluindo uma que foi eleita a “Melhor Propriedade de Férias da Europa”.
Situada em uma península na baía de Sant Miquel, na região de Cala Tarida, na Espanha, a propriedade, avaliada em cerca de R$ 65,9 milhões, foi comprada por Messi em 2022 e apresenta detalhes impressionantes.
Conhecida como Sa Ferradura, a propriedade conta com uma área construída de 568 m² inserida em um terreno de 16 mil m². A estrutura de altíssimo padrão engloba uma piscina monumental, seis suítes com capacidade para 12 hóspedes, academia e terraços integrados a áreas de lazer.
O imóvel também conta com uma plataforma suspensa projetada exclusivamente para apresentações de DJs durante eventos privados. E a combinação desses diferenciais contribuiu para que o local fosse reconhecido pelo World’s Best Boutique Hotel Awards em 2018.
Mansão de Messi acumula polêmicas
Antes de ser adquirida por Messi, a mansão pertenceu ao magnata russo Mikhail Prokhorov, ex-dono do Brooklyn Nets da NBA, e costumava ser alugada para temporadas de alto padrão. Apesar disso, ela passou anos no centro de polêmicas e dores de cabeça jurídicas.
Sob a perspectiva regulatória, o imóvel apresentava passivos administrativos junto às autoridades locais. As irregularidades incluíam a falta do certificado final de obra e do habite-se, além de diversas modificações estruturais realizadas sem a devida autorização dos órgãos competentes.
Já no campo do impacto social, a residência acabou sendo convertida em palco de manifestações políticas para grupos ambientalistas, como o Futuro Vegetal, que vandalizou a mansão no ano passado para ilustrar as críticas à desigualdade econômica e ao custo ambiental dos estilos de vida de alto luxo.










