A Globo continua ocupando um lugar de destaque entre as maiores emissoras de televisão do Brasil. E esse desempenho contribuiu para que seus principais acionistas, sendo eles os irmãos José Roberto, João Roberto e Roberto Irineu Marinho, acumulassem boa parte de um patrimônio consolidado que supera os R$ 50 bilhões.
Contudo, vale destacar que, além de controlar o maior conglomerado de mídia do Brasil, a família Marinho também diversifica seus investimentos, realizando aportes em diferentes segmentos e fundando empresas para ampliar sua atuação no mercado.
E entre as iniciativas mais recentes da família, está a criação da Borealis, empresa dedicada exclusivamente à seleção e gestão de ativos financeiros e fundos do conglomerado no exterior.
Sob o comando do executivo Luís Lora, que acumula ampla bagagem no mercado, a empresa integra uma estratégia de reorganização do Grupo Globo, que tem como objetivo central segmentar as frentes de atuação do conglomerado para tornar o controle de capital mais eficiente.
O Grupo Globo mantém o sigilo sobre as cifras, deixando implícito qual será o patrimônio inicial da Borealis e o montante planejado para o mercado externo. Estima-se que os próximos passos dessa estratégia internacional devem ser divulgados nos próximos meses.
Atuação de nova empresa não conflitará com outros empreendimentos do Grupo Globo
De acordo com informações divulgadas pelo portal Terra, as operações da Globo Ventures, que é o braço de investimentos nacionais do conglomerado, não será afetada pela criação da Borealis.
Isso porque a gestora, liderada por Roberto Marinho Neto, continuará focando estritamente nas oportunidades do mercado nacional, preservando, assim sua regularidade de atuação.
Vale lembrar que o atual portfólio da Globo Ventures é extremamente valioso, uma vez que a empresa investe em dezenas de marcas bilionárias e líderes de mercado, incluindo nomes como Nubank, Stone, Buser, QuintoAndar, Enjoei, Petlove e Nomad.










