Embora os SUVs dominem a preferência nacional devido ao amplo espaço interno e itens de luxo, alguns modelos se sobressaem de forma consistente, ocupando com frequência posições de destaque do ranking dos mais veículos vendidos no mercado automotivo brasileiro.
Originalmente, a disputa direta ficava centralizada entre o T-Cross, da Volkswagen, o Creta, da Hyundai, e o Pulse, da Fiat. Contudo, o cenário mudou com a ascensão surpreendente de um modelo híbrido que, ao passar a ocupar a terceira posição do ranking de vendas, apresentou potencial para quebrar o favoritismo tradicional.
Inserido em um segmento historicamente liderado por modelos flex tradicionais, o Song, da montadora chinesa BYD, alcançou mais de 4.500 emplacamentos recentemente. E o resultado demonstra tanto a consolidação da marca quanto a expansão dos veículos eletrificados no mercado.
Curiosamente, o preço de comercialização do SUV poderia atuar como uma barreira para a sua popularização pois, devido a seus valores que partem de R$ 161.490 nas configurações de entrada, o modelo se posiciona em uma faixa de preço substancialmente mais alta do que a de seus concorrentes mais populares.
Apesar disso, o excelente desempenho comercial comprovou que os consumidoes atuais parecem estar priorizando o pacote de tecnologia e eficiência oferecido pelo veículo chinês.
Detalhes do BYD Song: tudo sobre o SUV chinês
Atualmente, a linha de SUVs da BYD conta com dois modelos que se destacam pela combinação entre custo-benefício, tecnologia e eficiência. Os veículos utilizam sistemas híbridos, unindo motores elétricos e a combustão para entregar maior desempenho e autonomia. São eles:
- BYD Song Pro: disponível nas versões GL e GS, o Song Pro é o SUV híbrido de entrada da marca e é capaz de entregar cerca de 223 cv de potência por meio da ação conjunta de seu motor 1.5 aspirado e seu propulsor elétrico;
- BYD Song Plus: além de entregar 240 cv de potência combinada, o topo de linha da fabricante chinesa tem uma proposta mais premium, oferecendo não apenas mais tecnologia, mas também um espaço interno ainda mais amplo.










