{"id":13253,"date":"2026-01-11T15:06:00","date_gmt":"2026-01-11T18:06:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/?p=13253"},"modified":"2026-01-09T23:24:02","modified_gmt":"2026-01-10T02:24:02","slug":"acordo-no-velho-continente-vai-ajudar-o-agronegocio-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/acordo-no-velho-continente-vai-ajudar-o-agronegocio-brasileiro\/","title":{"rendered":"Acordo no velho continente vai ajudar o agroneg\u00f3cio brasileiro"},"content":{"rendered":"\n<p>Nesta sexta-feira, o cen\u00e1rio das exporta\u00e7\u00f5es sul-americanas ganhou um novo f\u00f4lego com a aprova\u00e7\u00e3o, por parte das na\u00e7\u00f5es da Uni\u00e3o Europeia, do aguardado tratado de livre com\u00e9rcio com o Mercosul. O pacto, que envolve Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, deve ser formalmente assinado no pr\u00f3ximo dia 17. Contudo, para que as novas diretrizes entrem em vigor, os parlamentos de cada pa\u00eds envolvido ainda precisam ratificar o texto final. O agroneg\u00f3cio, embora tenha sido o centro de debates calorosos e protestos de produtores europeus ao longo de d\u00e9cadas, desponta como o setor mais impactado pela medida. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do g1.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Benef\u00edcios estrat\u00e9gicos para o Brasil<\/h2>\n\n\n\n<p>Para o Brasil, o acordo surge em um momento crucial de reposicionamento global. Com as recentes turbul\u00eancias comerciais envolvendo os Estados Unidos no \u00faltimo ano e barreiras impostas por China e M\u00e9xico \u00e0 carne brasileira, a Europa consolida sua posi\u00e7\u00e3o como o segundo maior destino das nossas exporta\u00e7\u00f5es rurais. A previs\u00e3o \u00e9 de que 77% dos itens agropecu\u00e1rios enviados ao bloco europeu tenham suas taxas de importa\u00e7\u00e3o extintas. Produtos como frutas, pescados e \u00f3leos vegetais ver\u00e3o seus impostos zerados gradualmente em um intervalo de quatro a dez anos. No caso do caf\u00e9 sol\u00favel, a expectativa \u00e9 de ganho imediato de competitividade frente a concorrentes asi\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A quest\u00e3o das carnes e as prote\u00e7\u00f5es europeias<\/h2>\n\n\n\n<p>O segmento de prote\u00ednas animais exigiu negocia\u00e7\u00f5es mais detalhadas devido \u00e0 resist\u00eancia de pecuaristas da Fran\u00e7a e da Pol\u00f4nia, que temem a efici\u00eancia dos produtores sul-americanos. O tratado estabelece cotas espec\u00edficas: o Mercosul poder\u00e1 enviar anualmente 99 mil toneladas de carne bovina com tarifa reduzida e 180 mil toneladas de frango com imposto zero.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do otimismo das associa\u00e7\u00f5es brasileiras, h\u00e1 cautela quanto \u00e0s salvaguardas internas criadas pela Uni\u00e3o Europeia. Essas normas permitem que o bloco europeu suspenda benef\u00edcios caso identifique preju\u00edzos aos seus agricultores locais em investiga\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas. Para especialistas, esse mecanismo pode gerar incertezas jur\u00eddicas e acelerar puni\u00e7\u00f5es sem o tempo necess\u00e1rio para a defesa dos exportadores do Mercosul, exigindo aten\u00e7\u00e3o redobrada do governo brasileiro nas pr\u00f3ximas etapas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta sexta-feira, o cen\u00e1rio das exporta\u00e7\u00f5es sul-americanas ganhou um novo f\u00f4lego com a aprova\u00e7\u00e3o, por parte das na\u00e7\u00f5es da Uni\u00e3o Europeia, do aguardado tratado de livre com\u00e9rcio com o Mercosul. O pacto, que envolve Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, deve ser formalmente assinado no pr\u00f3ximo dia 17. 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