{"id":17083,"date":"2026-02-11T00:41:00","date_gmt":"2026-02-11T03:41:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/?p=17083"},"modified":"2026-02-10T22:13:04","modified_gmt":"2026-02-11T01:13:04","slug":"cidade-brasileira-vive-como-se-ainda-estivesse-nos-anos-50-e-o-tempo-parou-por-la","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/cidade-brasileira-vive-como-se-ainda-estivesse-nos-anos-50-e-o-tempo-parou-por-la\/","title":{"rendered":"Cidade brasileira vive como se ainda estivesse nos anos 50 e o tempo parou por l\u00e1"},"content":{"rendered":"\n<p>No cora\u00e7\u00e3o do interior goiano, um munic\u00edpio hist\u00f3rico mant\u00e9m viva uma atmosfera que remete a outras d\u00e9cadas. A antiga capital do estado, hoje conhecida como Goi\u00e1s Velha, conserva tradi\u00e7\u00f5es e costumes que fazem o visitante sentir como se tivesse voltado aos anos 1950.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e rotina desacelerada<\/h2>\n\n\n\n<p>Situada a aproximadamente 140 quil\u00f4metros de Goi\u00e2nia, a cidade de Goi\u00e1s surgiu no s\u00e9culo XVIII, \u00e0s margens do Rio Vermelho, impulsionada pelo ciclo do ouro. O conjunto arquitet\u00f4nico, marcado por casar\u00f5es coloniais, igrejas e ruas de pedra, ajuda a contar essa trajet\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>O ritmo cotidiano tamb\u00e9m chama aten\u00e7\u00e3o. \u00c9 comum encontrar moradores nas cal\u00e7adas, conversando sem pressa e mantendo o h\u00e1bito de receber visitantes com caf\u00e9 fresco e boa prosa. Em tempos de hiperconectividade, o sil\u00eancio das notifica\u00e7\u00f5es e o uso frequente do r\u00e1dio como meio de informa\u00e7\u00e3o refor\u00e7am a sensa\u00e7\u00e3o de tranquilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Feiras livres e pequenos com\u00e9rcios familiares seguem como pontos de encontro da popula\u00e7\u00e3o, preservando pr\u00e1ticas que se tornaram raras nos grandes centros urbanos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Cultura, f\u00e9 e sabores do Cerrado<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre os pontos mais visitados est\u00e1 a Casa de Cora Coralina, transformada em museu. O im\u00f3vel preserva objetos e parte do mobili\u00e1rio da poetisa, oferecendo um panorama da vida da escritora e da hist\u00f3ria local.<\/p>\n\n\n\n<p>A cidade tamb\u00e9m se destaca pelas manifesta\u00e7\u00f5es religiosas, como a tradicional Prociss\u00e3o do Fogar\u00e9u, realizada na Semana Santa. \u00c0 luz de tochas, o cortejo percorre as ladeiras hist\u00f3ricas e atrai turistas de diversas regi\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A culin\u00e1ria \u00e9 outro atrativo. Pratos t\u00edpicos como o empad\u00e3o goiano, al\u00e9m de doces artesanais e sorvetes feitos com frutas do cerrado, completam a experi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em meio \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es do mundo contempor\u00e2neo, Goi\u00e1s Velha mostra que preservar mem\u00f3rias e valorizar o conv\u00edvio comunit\u00e1rio pode ser, mais do que nostalgia, um diferencial.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No cora\u00e7\u00e3o do interior goiano, um munic\u00edpio hist\u00f3rico mant\u00e9m viva uma atmosfera que remete a outras d\u00e9cadas. A antiga capital do estado, hoje conhecida como Goi\u00e1s Velha, conserva tradi\u00e7\u00f5es e costumes que fazem o visitante sentir como se tivesse voltado aos anos 1950. 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