{"id":18478,"date":"2026-02-23T14:37:22","date_gmt":"2026-02-23T17:37:22","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/?p=18478"},"modified":"2026-02-23T14:37:25","modified_gmt":"2026-02-23T17:37:25","slug":"10-cidades-brasileiras-em-lista-de-piores-para-se-viver-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/10-cidades-brasileiras-em-lista-de-piores-para-se-viver-em-2026\/","title":{"rendered":"10 cidades brasileiras em lista de piores para se viver em 2026"},"content":{"rendered":"\n<p>Mudar de cidade costuma representar a chance de um novo come\u00e7o. No entanto, antes de fazer as malas, vale observar dados que revelam como anda a qualidade de vida no destino escolhido. O \u00cdndice de Progresso Social (IPS) Brasil 2025 analisou a realidade dos 5.570 munic\u00edpios do pa\u00eds e identificou onde os desafios sociais e estruturais s\u00e3o mais intensos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Crit\u00e9rios v\u00e3o al\u00e9m da renda<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio de levantamentos que consideram apenas renda per capita ou Produto Interno Bruto, o IPS avalia se a popula\u00e7\u00e3o tem acesso efetivo a condi\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas para viver bem. O estudo re\u00fane 57 indicadores p\u00fablicos, distribu\u00eddos em tr\u00eas eixos: Necessidades Humanas B\u00e1sicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades. A pontua\u00e7\u00e3o varia de 0 a 100.<\/p>\n\n\n\n<p>O recorte mais recente mostra concentra\u00e7\u00e3o das piores notas na Regi\u00e3o Norte, especialmente nos estados de Roraima e Par\u00e1. Fatores como isolamento geogr\u00e1fico, infraestrutura prec\u00e1ria e viol\u00eancia ajudam a explicar o cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Munic\u00edpios com menores pontua\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>No topo da lista negativa aparece Uiramut\u00e3 (RR), com 37,59 pontos. Localizado na fronteira com Venezuela e Guiana, o munic\u00edpio enfrenta limita\u00e7\u00f5es log\u00edsticas e car\u00eancia de servi\u00e7os p\u00fablicos, em uma regi\u00e3o com forte presen\u00e7a ind\u00edgena.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seguida est\u00e3o Jacareacanga (PA), com 40,04 pontos, marcada por garimpo ilegal e defici\u00eancia estrutural; e Amajari (RR), com 40,95, onde sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o ainda s\u00e3o fr\u00e1geis.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m figuram entre os dez piores indicadores Bannach (PA), Alto Alegre (RR), Trair\u00e3o (PA), Pacaj\u00e1 (PA), Portel (PA), S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu (PA) e Anapu (PA). Nessas localidades, problemas como conflitos fundi\u00e1rios, desmatamento, baixa oferta de saneamento, dificuldades no acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel e viol\u00eancia urbana e rural impactam diretamente o cotidiano da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em comum, esses munic\u00edpios convivem com restri\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e servi\u00e7os p\u00fablicos insuficientes. O levantamento refor\u00e7a que qualidade de vida envolve muito mais do que gera\u00e7\u00e3o de riqueza \u2014 depende, sobretudo, de acesso a direitos b\u00e1sicos e oportunidades reais de desenvolvimento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mudar de cidade costuma representar a chance de um novo come\u00e7o. No entanto, antes de fazer as malas, vale observar dados que revelam como anda a qualidade de vida no destino escolhido. 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