{"id":22851,"date":"2026-03-31T12:00:00","date_gmt":"2026-03-31T15:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/?p=22851"},"modified":"2026-03-30T14:09:48","modified_gmt":"2026-03-30T17:09:48","slug":"primeira-arvore-do-brasil-continua-crescendo-e-tem-mais-de-500-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/primeira-arvore-do-brasil-continua-crescendo-e-tem-mais-de-500-anos\/","title":{"rendered":"Primeira \u00e1rvore do Brasil continua crescendo e tem mais de 500 anos"},"content":{"rendered":"\n<p>Por conta de fatores como a urbaniza\u00e7\u00e3o acelerada, agricultura e expans\u00e3o da silvicultura, grande parte da \u00e1rea original da Mata Atl\u00e2ntica acabou sendo drasticamente reduzida no Brasil. Com isso, <strong>muitas \u00e1rvores antigas acabaram beirando a extin\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>E entre as esp\u00e9cies mais afetadas, est\u00e1<strong> o pau-brasil<\/strong> (<em>Paubrasilia echinata<\/em>), que, embora seja considerado um s\u00edmbolo nacional e tenha dado nome ao pa\u00eds, hoje sobrevive em quantidades cada vez mais reduzidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso, no extremo sul da Bahia, \u00e9 poss\u00edvel encontrar um exemplar da \u00e1rvore que impressiona por sua resili\u00eancia, j\u00e1 que al\u00e9m de continuar se desenvolvendo de forma plena, <strong>possui mais de 1.500 anos de idade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com informa\u00e7\u00f5es divulgadas pelo portal <em>g1<\/em>, <strong>a exist\u00eancia do esp\u00e9cime foi atestada por diferentes bot\u00e2nicos<\/strong>, que utilizaram c\u00e1lculos precisos para determinar desde quando a \u00e1rvore est\u00e1 se desenvolvendo.<\/p>\n\n\n\n<p>E vale destacar que n\u00e3o s\u00e3o apenas dados cient\u00edficos que confirmam essa estimativa, j\u00e1 que o pau-brasil baiano <strong>tamb\u00e9m apresenta uma estatura imponente<\/strong>, o que comprova que ele j\u00e1 est\u00e1 crescendo por muitos anos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00c1rvore em risco: por que o pau-brasil quase desapareceu completamente?<\/h2>\n\n\n\n<p>Mesmo sendo uma \u00e1rvore extremamente resistente ao tempo, como comprovado por seu exemplar baiano, o pau-brasil esteve muito perto de desaparecer completamente do territ\u00f3rio nacional, principalmente por conta da explora\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria desde o per\u00edodo da coloniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00e9poca, os portugueses <strong>exportavam toneladas de troncos da \u00e1rvore<\/strong> para fins de marcenaria e decorativos, uma vez que o pau-brasil tamb\u00e9m servia para a produ\u00e7\u00e3o de corante vermelho.<\/p>\n\n\n\n<p>Por conta disso, sua popula\u00e7\u00e3o na Mata Atl\u00e2ntica foi reduzida de forma dr\u00e1stica. Contudo, em 2004, a \u00e1rvore passou a ser protegida com lei, o que garantiu que seus poucos exemplares, distribu\u00eddos por regi\u00f5es como o Sul da Bahia e \u00e1reas do litoral entre o Rio Grande do Norte e o Rio de Janeiro, tivessem a chance de sobreviver.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por conta de fatores como a urbaniza\u00e7\u00e3o acelerada, agricultura e expans\u00e3o da silvicultura, grande parte da \u00e1rea original da Mata Atl\u00e2ntica acabou sendo drasticamente reduzida no Brasil. Com isso, muitas \u00e1rvores antigas acabaram beirando a extin\u00e7\u00e3o. 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