{"id":5164,"date":"2025-10-02T13:00:00","date_gmt":"2025-10-02T16:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/?p=5164"},"modified":"2025-10-01T11:43:57","modified_gmt":"2025-10-01T14:43:57","slug":"animal-raro-e-extinto-ha-muito-tempo-acaba-de-aparecer-novamente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/animal-raro-e-extinto-ha-muito-tempo-acaba-de-aparecer-novamente\/","title":{"rendered":"Animal raro e extinto h\u00e1 muito tempo acaba de aparecer novamente"},"content":{"rendered":"\n<p>Considerada extinta h\u00e1 25 anos, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), um papagaio nativo do nordeste brasileiro, voltou a nascer no \u00faltimo dia 21 de setembro no Centro de Conserva\u00e7\u00e3o Pairi Daiza para Esp\u00e9cies de Aves Amea\u00e7adas de Extin\u00e7\u00e3o, localizado no sudoeste da B\u00e9lgica.<\/p>\n\n\n\n<p>O zool\u00f3gico belga Pairi Daiza anunciou o nascimento, que faz parte de um programa internacional de reprodu\u00e7\u00e3o envolvendo doze exemplares da esp\u00e9cie. A iniciativa \u00e9 realizada em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), no Brasil, e o Zool\u00f3gico de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde a chegada das araras ao parque, elas j\u00e1 haviam colocado cem ovos, mas nenhum havia sido fertilizado at\u00e9 agora. Na 101\u00aa tentativa, entretanto, o filhote finalmente quebrou a casca. Em uma postagem no Facebook do zool\u00f3gico, foi informado que a ave nasceu pesando 13 gramas e atualmente j\u00e1 ultrapassa 30 gramas.<\/p>\n\n\n\n<p>O zool\u00f3gico tamb\u00e9m destacou que se trata da mesma esp\u00e9cie que ganhou fama com a anima\u00e7\u00e3o Rio, descrevendo o nascimento como um \u201cverdadeiro milagre vivo\u201d. Devido \u00e0 condi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica da esp\u00e9cie, a ararinha-azul n\u00e3o ser\u00e1 reintroduzida na natureza nem exibida ao p\u00fablico. Nessa fase, ela ter\u00e1 o papel de reprodutora dentro do programa de conserva\u00e7\u00e3o do zool\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Curiosidades sobre a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Esp\u00e9cie criticamente amea\u00e7ada: A ararinha-azul \u00e9 considerada uma das aves mais raras do mundo e esteve extinta na natureza por mais de duas d\u00e9cadas. Todos os exemplares atualmente conhecidos fazem parte de programas de reprodu\u00e7\u00e3o em cativeiro.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Habitat natural: Nativa do nordeste brasileiro, sua \u00e1rea de ocorr\u00eancia original era restrita a \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o de caatinga e rios secos, especialmente no estado da Bahia.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Beleza \u00fanica: Ela se destaca pelo plumagem azul vibrante, com diferentes tonalidades de azul no corpo, asas e cabe\u00e7a, e bico preto forte, tornando-a inconfund\u00edvel.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Pequeno porte: Comparada a outras araras, a ararinha-azul \u00e9 relativamente pequena, com cerca de 55 cm de comprimento e peso variando entre 250 e 350 gramas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Dieta especializada: Na natureza, sua alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 composta principalmente por sementes de \u00e1rvores nativas, especialmente do manduvi e outras esp\u00e9cies locais da caatinga.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Vida social: S\u00e3o aves solit\u00e1rias ou formam casais e, na natureza, s\u00e3o conhecidas por ocupar territ\u00f3rios espec\u00edficos ao longo do ano.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Fama cultural: Ficou mundialmente conhecida pelo filme anima\u00e7\u00e3o \u201cRio\u201d, que retratou suas aventuras, chamando aten\u00e7\u00e3o para a necessidade de conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Reprodu\u00e7\u00e3o dif\u00edcil: A esp\u00e9cie apresenta grande dificuldade de reprodu\u00e7\u00e3o, tanto na natureza quanto em cativeiro, tornando cada nascimento um evento raro e valioso para programas de conserva\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Programas internacionais: Hoje, a ararinha-azul \u00e9 mantida em programas de reprodu\u00e7\u00e3o em zool\u00f3gicos e centros de conserva\u00e7\u00e3o no Brasil e no exterior, com o objetivo de garantir sua sobreviv\u00eancia e, futuramente, reintrodu\u00e7\u00e3o em \u00e1reas protegidas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Considerada extinta h\u00e1 25 anos, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), um papagaio nativo do nordeste brasileiro, voltou a nascer no \u00faltimo dia 21 de setembro no Centro de Conserva\u00e7\u00e3o Pairi Daiza para Esp\u00e9cies de Aves Amea\u00e7adas de Extin\u00e7\u00e3o, localizado no sudoeste da B\u00e9lgica. O zool\u00f3gico belga Pairi Daiza anunciou o nascimento, que faz parte de um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":5166,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-5164","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5164","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5164"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5164\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5168,"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5164\/revisions\/5168"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5166"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5164"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5164"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodepernambuco.audiencelabs.com.br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5164"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}