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Ação comum de donos de cachorros no Brasil pode causar até prisão: não pode fazer isso

Por Bárbara Santos
23/11/2025
Erro que quase todo dono comete pode estar deixando seu cachorro doente

Procedimentos estéticos em animais de estimação, muito comuns décadas atrás, estão oficialmente proibidos no Brasil. Entre eles está a caudectomia, prática que consiste em cortar ou reduzir a cauda de cães. A medida faz parte de uma série de resoluções do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), que desde 2013 veda intervenções cirúrgicas sem finalidade terapêutica. O objetivo é proteger o bem-estar dos animais e evitar mutilações desnecessárias.

O que é a caudectomia e por que deixou de ser permitida

Durante muito tempo, alterações físicas realizadas por motivos estéticos eram encaradas como naturais por tutores que buscavam adequar seus pets a padrões associados a determinadas raças, como rabos curtos ou orelhas levantadas. Com o avanço das discussões sobre bem-estar animal, a caudectomia passou a ser vista como uma intervenção agressiva e sem qualquer ganho de saúde.

A Resolução nº 877, publicada pelo CFMV, incluiu a caudectomia na lista de cirurgias proibidas quando aplicadas exclusivamente por estética. O procedimento só é autorizado em situações específicas, como traumas, doenças ou recomendação clínica que vise aliviar dor ou evitar complicações de saúde.

Prejuízos físicos e comportamentais

O rabo desempenha funções essenciais para os cães, incluindo comunicação e equilíbrio. A remoção parcial ou total pode afetar o comportamento do animal, gerar dificuldades de locomoção e provocar alterações significativas na socialização. Há ainda riscos associados ao procedimento, como infecções, dores crônicas e lesões na coluna.

Para veterinários e especialistas em comportamento animal, submeter o pet a uma cirurgia desse tipo apenas por aparência é considerado um ato de maus-tratos.

Outras cirurgias estéticas também são vetadas

Além da caudectomia, procedimentos como corte de orelhas (conchectomia), remoção de garras (onicectomia) e retirada das cordas vocais (cordectomia) também são proibidos. Até práticas não cirúrgicas, como tatuagens em pets, são repudiadas dentro da mesma lógica de respeito ao bem-estar.

Cuidados estéticos permitidos e recomendados

Alternativas seguras e benéficas são bem-vindas, desde que orientadas por um médico-veterinário. Banho, tosa adequada a cada raça, higienização bucal e corte de unhas fazem parte de uma rotina saudável e podem contribuir para a qualidade de vida do animal sem causar dor ou mutilação.

A recomendação dos especialistas é clara: estética nunca deve estar acima da saúde e do conforto do pet.

Bárbara Santos

Bárbara Santos

Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero com 5 anos de experiência em redação.

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