Muitos brasileiros poderão comprar medicamentos em outros lugares além da farmácia. Uma nova lei agora permite que supermercados vendam medicamentos, mas essa novidade vem acompanhada de regras que buscam manter a segurança e a qualidade no atendimento.
Segundo informações do g1, esses espaços precisam seguir padrões semelhantes aos de drogarias: separação do setor de alimentos, controle sanitário rigoroso e presença constante de um farmacêutico para garantir que o consumidor não compre medicamentos como se fossem produtos de prateleira comum.
Controle e orientação profissional
Um ponto crucial da mudança é a obrigatoriedade de um farmacêutico presente durante todo o horário de funcionamento para orientar os clientes sobre o uso correto de cada medicamento e garantir que receitas sejam conferidas adequadamente, especialmente para remédios controlados.
A lei mantém a exigência de retenção de receitas e entrega lacrada quando necessário, preservando a rastreabilidade e o controle dos medicamentos.
Modelos de operação flexíveis nessas farmácias
A administração dessas farmácias pode ficar a cargo do próprio supermercado ou ser terceirizada para redes já licenciadas, o que abre espaço para parcerias e maior variedade de medicamentos disponíveis.
Impacto para o consumidor e estabelecimentos
Ao mesmo tempo em que essa mudança traz mais praticidade, pois agora clientes podem comprar remédios enquanto fazem as compras do dia a dia, também representa que os supermercados deverão adotar novos cuidados e ter maior atenção profissional.






