O ano de 2026 pode começar com um reforço importante no orçamento de aposentados e pensionistas em todo o país. A possibilidade de antecipação do 13º salário dos beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) volta a ganhar força, seguindo a estratégia adotada pelo governo nos últimos anos.
Embora o cronograma ainda dependa de aprovação, a tendência é manter o depósito em duas etapas ainda no primeiro semestre.
Dinheiro extra antes do segundo semestre
Caso o formato seja repetido, a primeira parcela deve ser paga entre abril e maio, enquanto a segunda pode cair na conta entre maio e junho. O repasse costuma seguir a ordem do número final do benefício, mesma lógica aplicada aos pagamentos mensais regulares.
A antecipação tem sido utilizada como ferramenta para estimular a economia, já que injeta bilhões de reais no mercado.
Quem recebe e quem fica de fora
O abono anual é garantido a quem recebe benefícios previdenciários, como aposentadorias, pensões e auxílios temporários. Já os beneficiários do BPC/Loas não entram na lista, pois o benefício assistencial não prevê pagamento de 13º.
O valor pode ser integral ou proporcional, dependendo de quando o segurado começou a receber o benefício ao longo do ano.
Consulta e planejamento
As informações oficiais são divulgadas nos canais do INSS e podem ser consultadas pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.
Com a possível liberação antecipada, especialistas recomendam planejamento: quitar dívidas com juros elevados, organizar despesas ou reforçar a reserva financeira são estratégias que ajudam a transformar o valor extra em mais tranquilidade ao longo do ano.






