Desde que chegou às lojas, o iPhone 17 Pro tem sido alvo de questionamentos por parte dos consumidores. Usuários de diferentes países relataram problemas de riscos e desgaste precoce, sobretudo nos modelos Pro e Pro Max. As queixas se intensificaram em cidades como Hong Kong, Xangai e Londres, onde os aparelhos expostos apresentaram arranhões visíveis, principalmente nas versões em azul profundo e preto, que contam com acabamento em alumínio.
Marcas ligadas ao MagSafe
A Apple se pronunciou afirmando que as marcas observadas estariam relacionadas ao uso de suportes MagSafe com desgaste. Segundo a empresa, essas manchas podem ser eliminadas facilmente e não seriam permanentes. Ainda assim, a substituição do titânio pelo alumínio em partes do design levantou dúvidas sobre a durabilidade do novo modelo.
Polêmica do “scratchgate” volta à tona
A discussão, apelidada nas redes sociais de “scratchgate”, reacendeu lembranças de episódios anteriores envolvendo aparelhos como o iPhone 5, que também enfrentaram críticas por fragilidade. Testes de durabilidade foram realizados, mas não conseguiram eliminar por completo sinais de abrasão.
Repercussão online e medidas preventivas
Nas redes, usuários relataram não apenas problemas estéticos, mas também falhas pontuais de sinal e instabilidade no iOS 26. A Apple declarou que acompanha as reclamações e trabalha em melhorias. Enquanto isso, recomenda o uso de capas para minimizar riscos e preservar a aparência do dispositivo.






