Enquanto alguns bilionários assistem a suas fortunas ruírem quase da noite para o dia, outros seguem acumulando patrimônio e símbolos de poder sem qualquer sinal de desaceleração. É o caso do dono da Havan, que mantém uma frota de helicópteros, mansões de alto padrão e uma rotina marcada pelo luxo, em completo contraste com a trajetória de Eike Batista.
A diferença entre os caminhos percorridos por esses dois empresários mostra como escolhas estratégicas, investimentos e até fatores externos podem definir o futuro de grandes fortunas — seja rumo à estabilidade, seja ao colapso repentino. Eike Batista, que já figurou entre os homens mais ricos do Brasil, acabou tendo sua história marcada por dívidas, investigações e a rápida deterioração de seus negócios.
Por outro lado, o dono da Havan fortaleceu sua presença no mercado, ampliando seus empreendimentos e construindo um patrimônio pessoal que simboliza poder e prestígio, incluindo iates, aeronaves e uma frota de helicópteros. Essa diferença não está apenas no volume de bens acumulados, mas na habilidade de preservar e expandir a própria fortuna mesmo diante de desafios econômicos e questões legais.
Destaques da frota de Luciano Hang, o dono da Havan
Entre os jatos de Luciano Hang, o mais valioso é o Bombardier Global 6000, avaliado em cerca de US$ 62 milhões e capaz de transportar até 19 passageiros em uma configuração personalizada para atender às necessidades do empresário. A frota ainda conta com um Challenger 350, com capacidade para nove ocupantes, frequentemente utilizado em inaugurações de lojas e visitas às unidades da Havan.
Na frota de helicópteros, o destaque fica por conta dos três modelos Agusta AW-109, empregados em diferentes ocasiões. O primeiro deles, de matrícula PP-HVN e fabricado em 2009, comporta sete passageiros e se diferencia pela pintura com listras azuis. Reconhecido mundialmente, o modelo passou por diversas atualizações ao longo dos anos e tem valor estimado em aproximadamente US$ 12 milhões.






