A empresa Gecaps Nutracêuticos conseguiu na Justiça o direito de retomar a fabricação, comercialização e distribuição de seus produtos em todo o Brasil após enfrentar restrições impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A decisão foi concedida por meio de liminar expedida pela juíza Pollyanna Kelly Maciel Medeiros Martins Alves, da 1ª Vara Cível do Distrito Federal.
egundo a fabricante, a medida judicial permite que a empresa volte imediatamente às operações, incluindo a produção e venda de suplementos alimentares e alimentos. O caso ganhou repercussão após a Anvisa apontar irregularidades na empresa e determinar a proibição da comercialização, propaganda e distribuição de todos os produtos da Gecaps em território nacional.
O primeiro impasse envolvendo a empresa começou em fevereiro, após uma fiscalização da Vigilância Sanitária de São José dos Pinhais, no Paraná. Na ocasião, a fábrica foi temporariamente interditada e precisou implementar novos procedimentos internos de qualidade e formalização documental. Poucos dias depois, a própria Vigilância autorizou a retomada das atividades da empresa.
Mesmo após a liberação local, a Anvisa manteve restrições mais amplas contra a Gecaps. Em março, a empresa conseguiu um efeito suspensivo após apresentar recurso administrativo acompanhado do termo de desinterdição da Vigilância Sanitária. No entanto, a suspensão caiu meses depois, obrigando novamente a retirada dos produtos do mercado.
Caso Ypê entra em nova etapa após decisão da Anvisa
A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária de manter a suspensão de detergentes, sabões líquidos e desinfetantes da Ypê com lotes final 1 marcou uma nova fase no processo envolvendo a fabricante. A empresa agora deverá ampliar as medidas corretivas já apresentadas aos órgãos responsáveis, enquanto aguarda uma nova inspeção na fábrica.
Além disso, a Ypê informou que pretende realizar novos testes laboratoriais por meio de instituições independentes autorizadas pela Anvisa. O recurso apresentado pela companhia segue em análise dentro da agência reguladora, enquanto o caso continua sendo acompanhado de perto pelo setor e pelos consumidores.






