O empresário Luciano Hang, dono da Havan, é um dos nomes mais conhecidos do varejo nacional e acumula um faturamento anual bilionário. Mesmo com números expressivos — que giram na casa dos R$ 11 bilhões em receita — sua fortuna ainda está longe das maiores do país, especialmente quando comparada aos gigantes do mercado financeiro e da tecnologia.
No topo do ranking brasileiro aparece Eduardo Saverin, considerado o homem mais rico do Brasil segundo a lista da Forbes. O empresário, que ajudou a fundar o Facebook, possui uma fortuna estimada em cerca de US$ 35,9 bilhões, o equivalente a mais de R$ 180 bilhões. Esse valor coloca Saverin muito à frente de outros bilionários brasileiros.
A disparidade chama atenção porque revela como diferentes setores geram níveis distintos de riqueza. Enquanto redes de lojas dependem de operação física, logística e consumo interno, negócios ligados à tecnologia e investimentos conseguem escalar globalmente com muito mais rapidez, multiplicando patrimônios em poucos anos.
Mesmo assim, empresários como Luciano Hang seguem tendo papel importante na economia brasileira, gerando empregos e movimentando bilhões todos os anos. Ainda que não figure entre os mais ricos do país, seu desempenho mostra a força do varejo nacional — mas também deixa claro que, no topo da pirâmide, os números são muito mais elevados.
Ranking da Forbes revela quem são os brasileiros mais ricos
A lista da Forbes de 2026 mostra uma concentração impressionante de riqueza no Brasil. No topo aparece Eduardo Saverin com US$ 35,9 bilhões, seguido por André Esteves, com US$ 20,2 bilhões, e Jorge Paulo Lemann, com US$ 19,8 bilhões. Logo depois aparecem nomes ligados ao setor financeiro, como Fernando Roberto Moreira Salles e Pedro Moreira Salles.
O ranking ainda inclui empresários como Jorge Moll Filho, além de nomes ligados à 3G Capital, como Marcel Herrmann Telles, Carlos Alberto Sicupira e Alexandre Behring. A lista reforça que os maiores patrimônios do país estão concentrados principalmente nos setores financeiro, de investimentos e tecnologia, áreas que continuam liderando a geração de riqueza em escala global.






