O retorno de Tite ao futebol brasileiro foi confirmado no dia 16 de dezembro, quando acertou contrato para comandar o Cruzeiro na temporada de 2026. Com vínculo válido por um ano, o ex-treinador da Seleção Brasileira terá vencimentos de aproximadamente R$ 2,5 milhões mensais, segundo apuração do jornalista Jorge Nicola.
O valor representa um salto em relação ao que recebia seu antecessor, Leonardo Jardim, que ganhava cerca de R$ 1,5 milhão por mês antes de deixar o clube. Enquanto isso, no Rio de Janeiro, a renovação de Filipe Luís com o Flamengo movimentou os bastidores e chamou atenção pelo novo patamar salarial do treinador.
Campeão da Copa do Brasil, Supercopa, Campeonato Carioca, Brasileirão e Libertadores em pouco mais de um ano, ele ampliou seu vínculo por mais duas temporadas. O novo acordo prevê 4 milhões de euros líquidos por temporada — cerca de R$ 26,2 milhões anuais — para ele e seus dois auxiliares, o que equivale a aproximadamente R$ 2,1 milhões por mês.
A cifra impressiona ainda mais quando se considera a trajetória recente do treinador. Até pouco tempo atrás, Filipe Luís recebia cerca de R$ 300 mil mensais, um dos menores salários entre técnicos da Série A. Agora, ele inicia 2026 como o terceiro treinador mais bem pago do país, atrás apenas de Abel Ferreira, que comanda o Palmeiras, e do próprio Tite.
Os maiores salários entre técnicos no Brasil
- Abel Ferreira (Palmeiras) – R$ 3 milhões
- Tite (Cruzeiro) – R$ 2,5 milhões
- Filipe Luís (Flamengo) – R$ 2,1 milhões
- Dorival Júnior (Corinthians) – R$ 2 milhões
- Vojvoda (Santos) – R$ 1,4 milhão






