O horário de verão de 2026 nos Estados Unidos já tem data marcada para começar: será no domingo, 8 de março. Na ocasião, às 2h da manhã, os relógios deverão ser adiantados para 3h, no tradicional movimento conhecido como “spring forward”. A mudança marca o início de um período com mais luz natural no fim do dia, algo que impacta diretamente a rotina de milhões de pessoas.
A medida será adotada na maior parte do território americano, abrangendo praticamente todos os estados continentais. Com o ajuste, o pôr do sol passa a ocorrer mais tarde, favorecendo atividades ao ar livre e alterando horários de trabalho, estudo e transporte. Empresas, companhias aéreas e serviços públicos também se organizam previamente para evitar falhas em sistemas e compromissos.
No entanto, nem todo o país participa da mudança. O estado do Havaí não adota o horário de verão, assim como o Arizona — neste último, a exceção é a Navajo Nation, que segue o ajuste por estar distribuída em mais de um estado. Essas regiões permanecem no mesmo fuso durante todo o ano.
A recomendação é que moradores e viajantes fiquem atentos à alteração, principalmente em compromissos internacionais e conexões aéreas. Embora a maioria dos dispositivos eletrônicos atualize o horário automaticamente, atrasos e confusões ainda podem ocorrer nos primeiros dias após a mudança.
Brasil permanece sem horário de verão em 2026
Ao contrário dos Estados Unidos, o Brasil não adotará o horário de verão em 2026. A prática foi interrompida em 2019 pelo governo federal, após análises indicarem que a economia de energia era pouco significativa e que a alteração nos relógios trazia impactos negativos à saúde e ao sono da população.
Segundo especialistas, a manutenção do horário padrão ajuda a preservar o ritmo biológico, reduzindo episódios de cansaço excessivo e variações de humor. A medida contribui para uma rotina mais previsível e estável para trabalhadores, estudantes e viajantes em todo o país.






