O abono pecuniário, também conhecido popularmente como “vender férias”, é um direito previsto na legislação trabalhista brasileira que permite ao empregado converter um terço do período de férias em dinheiro, em vez de usufruir integralmente os dias de descanso. Pensando nisso, o Santander informou seus correntistas sobre a possibilidade.
Através de seu site oficial, o tradicional banco afirmou que optar pelo abono pode trazer vantagens financeiras, mas também exige uma análise cuidadosa dos impactos no bem-estar e no planejamento financeiro. O Santander ainda frisou que o abono pecuniário está garantido pelo artigo 143 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
O trabalhador tem direito a 30 dias de férias após completar 12 meses de trabalho. Desses 30 dias, até 10 podem ser transformados em abono pecuniário, mediante solicitação formal ao empregador, geralmente ao final do período aquisitivo. O valor pago corresponde à remuneração do período convertido em dinheiro, acrescido do adicional de 1/3 previsto para as férias.
O abono pecuniário é uma opção voluntária, devendo ser solicitado pelo funcionário e aceito pela empresa, mas é um recurso bastante utilizado por aqueles que desejam antecipar ganhos ou equilibrar despesas sazonais. É importante lembrar que, mesmo optando pelo abono, o trabalhador mantém o restante das férias para usufruto, garantindo o descanso necessário para saúde e bem-estar.
Tudo sobre o abono pecuniário
- O que é: Direito do trabalhador de converter até 1/3 das férias em dinheiro, conhecido como “vender férias”.
- Quem tem direito: Todos os empregados com carteira assinada (CLT) que já completaram 12 meses de trabalho.
- Período máximo: Até 10 dias de férias podem ser transformados em abono pecuniário.
- Solicitação: O funcionário deve pedir formalmente ao empregador, geralmente ao final do período aquisitivo.
- Valor pago: Corresponde à remuneração dos dias convertidos em dinheiro mais 1/3 de adicional das férias.
- Natureza voluntária: A opção deve ser solicitada pelo trabalhador e aceita pelo empregador.
- Benefício: Permite aumentar a renda sem abrir mão do restante das férias, facilitando planejamento financeiro ou despesas sazonais.
- Descanso garantido: Mesmo vendendo parte das férias, o trabalhador usufrui do período restante para descanso e bem-estar.





