O mercado automotivo brasileiro foi surpreendido por um verdadeiro fenômeno envolvendo um carro chinês que rapidamente viralizou e passou a registrar filas de espera nas concessionárias. O destaque da vez é o Caoa Chery Tiggo 5X, que conquistou o público com uma combinação de preço competitivo, tecnologia e bom desempenho.
O modelo teve um crescimento impressionante nas vendas em 2026. Depois de emplacar apenas 207 unidades em fevereiro, o SUV saltou para mais de 5 mil unidades no mês seguinte, registrando uma alta superior a 2.300%. Esse avanço colocou o carro entre os SUVs mais vendidos do país, consolidando o sucesso repentino da marca no Brasil.
Boa parte desse resultado está ligada à chegada antecipada da linha 2027, que trouxe melhorias no visual e mais recursos tecnológicos. A estratégia acabou gerando uma demanda muito maior do que o esperado, com cerca de 12 mil pedidos de pré-venda registrados, fazendo com que muitos veículos já chegassem às lojas com compradores definidos.
Como consequência, as filas se tornaram inevitáveis. Atualmente, o tempo de espera para receber o veículo pode variar entre 30 e 90 dias, podendo chegar a até 120 dias em alguns casos, dependendo da versão escolhida e da disponibilidade nas concessionárias.
Equipado com motor 1.5 turbo de até 150 cv e câmbio automático CVT, o Tiggo 5X também chama atenção pelo desempenho equilibrado e pelo pacote de equipamentos oferecido nas versões Sport e Pro. Com preços que giram entre R$ 126 mil e R$ 144 mil, o SUV se posiciona como uma das opções mais competitivas da categoria atualmente.
Crescimento explosivo e alta demanda explicam sucesso inesperado
O sucesso do modelo reflete uma mudança no comportamento do consumidor brasileiro, que passou a olhar com mais atenção para os carros chineses, especialmente aqueles que oferecem mais tecnologia por um preço acessível. Esse movimento tem impulsionado diversas marcas asiáticas no país.
No caso do Tiggo 5X, o equilíbrio entre custo-benefício e equipamentos fez com que o modelo se destacasse rapidamente, criando um cenário de alta demanda e estoques limitados — combinação que explica as longas filas e o status de “carro do momento” no Brasil.






