Durante o governo de Jair Bolsonaro, os preços dos combustíveis alcançaram níveis históricos. A gasolina, em particular, bateu recordes em diversas regiões do país, afetando desde pequenos motoristas até grandes distribuidoras.
Recordes regionais de preços
Em meados de 2022, a gasolina comum chegou a ser vendida a quase R$ 9 por litro em alguns estados. São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia foram os estados onde o combustível atingiu os valores mais altos, com os postos paulistas registrando R$ 8,99 em seu valor máximo.
No Rio de Janeiro, a gasolina chegou a R$ 8,69, enquanto na Bahia o litro ultrapassou R$ 8,54. Esses valores refletiam a combinação de variações cambiais, impostos e ajustes de preços das refinarias.
Diferenças de preço entre estados
Apesar dos valores altos em algumas regiões, o preço da gasolina não era o mesmo em todo o país. Em estados como Mato Grosso e Amapá, era possível encontrar o litro por valores próximos a R$ 6,50, quase 30% mais barato que nos estados mais caros.
Gasolina aditivada
A gasolina aditivada também atingiu patamares inéditos durante o governo Bolsonaro. Em julho de 2022, o litro foi comercializado por até R$ 9,28 em algumas capitais, sendo o combustível mais caro já registrado naquele período.
Impactos econômicos
Os preços elevados da gasolina tiveram repercussões diretas na inflação, no transporte de mercadorias e nos custos de serviços.






