O clássico refrigerante Slice, criado pela PepsiCo em 1984, voltou ao mercado norte-americano em 2025 com uma proposta totalmente atualizada. Famoso por trazer 10% de suco de frutas em sua fórmula original, o Slice ressurge após décadas para se alinhar às novas tendências de consumo. O retorno acontece em meio ao aumento da procura por bebidas consideradas mais saudáveis e nutritivas.
Para marcar sua volta, o Slice chega com uma fórmula totalmente renovada, criada em parceria com a Suja Life. A bebida agora contém apenas cinco gramas de açúcar por lata, seguindo a demanda crescente por produtos menos calóricos e mais funcionais. Essa reformulação acompanha um movimento mais amplo da indústria de refrigerantes, que busca oferecer alternativas que conciliem sabor e bem-estar.
Essas tendências ficam claras em levantamentos que apontam um crescimento na procura por produtos de baixa caloria. Com sua nova formulação, o Slice ilustra como a indústria de bebidas tem se adaptado a esse cenário, buscando permanecer relevante para um consumidor em constante mudança.
A volta do Slice também desperta a nostalgia de quem viveu os anos 80, ao mesmo tempo em que conquista novos consumidores com sua proposta mais saudável. Esse equilíbrio entre tradição e inovação se mostra fundamental em um mercado onde as expectativas do público mudam de forma cada vez mais acelerada.
A passagem do refrigerante Slice pelo Brasil
O refrigerante Slice teve uma passagem curiosa e relativamente breve pelo Brasil, marcada por tentativas de adaptação ao gosto do consumidor local, mas sem o mesmo sucesso que alcançou em outros mercados. Lançado pela PepsiCo no país nos anos 1980, o produto chegou com a proposta de se diferenciar dos refrigerantes tradicionais ao incluir uma porcentagem de suco de frutas na fórmula.
Por aqui, o Slice foi comercializado principalmente em sabores como laranja e limão, buscando competir com marcas já populares no segmento de bebidas cítricas. Apesar da estratégia, o refrigerante nunca ganhou grande popularidade entre os brasileiros, enfrentando forte concorrência e dificuldade em se consolidar no mercado.






