O governo de São Paulo enviou um comunicado oficial às redes de supermercados e grandes comércios sobre a implementação de uma lei que visa prevenir e combater atos de racismo dentro dos estabelecimentos. A medida busca criar um ambiente mais seguro e inclusivo para clientes e também para funcionários.
Embora a lei não especifique todos os detalhes operacionais, os comerciantes devem seguir orientações de prevenção e resposta aos casos de discriminação. Segundo o site TV Foco, entre as principais exigências estão:
- Atendimento imediato às vítimas, garantindo acolhimento e suporte
- Notificação rápida às autoridades competentes em caso de ocorrência
- Disponibilização de um local reservado para acompanhamento das situações
- Registro de evidências, como câmeras e documentos, para auxiliar investigações
A legislação se aplica não apenas a atos dentro do estabelecimento, mas também a situações em que pessoas sejam impedidas de entrar ou recebam tratamento diferenciado por motivos raciais.
Abrangência e responsabilidade
Supermercados de grande porte, atacadistas e centros comerciais com grande movimento público deverão cumprir a lei. Embora a medida não exija que cada funcionário passe por treinamentos obrigatórios, a adoção de campanhas de conscientização interna é recomendada.
Contexto e objetivo
Ainda segundo o TV Foco, no ano passado, houve um aumento de 20% nos casos de racismo em espaços públicos e privados, o que reforçou a necessidade da adoção de medidas. O governo estatual destaca que a intenção da lei é promover responsabilidade social sem interferir nas operações comerciais dos estabelecimentos.






