Antes de pensar em revisão ou novo pedido, muitos segurados querem saber quando o dinheiro cai na conta. O Instituto Nacional do Seguro Social organiza os depósitos conforme o número final do benefício.
Para quem recebe até um salário mínimo, o pagamento começa em 23 de fevereiro, para final 1. Segue no dia 24 para final 2, 25 para final 3, 26 para final 4 e 27 para final 5. Depois, continua em 2 de março para final 6, 3 para final 7, 4 para final 8, 5 para final 9 e 6 de março para final 0.
Quem ganha acima do mínimo recebe a partir de 2 de março. Finais 1 e 6 no dia 2. Finais 2 e 7 no dia 3. Finais 3 e 8 no dia 4. Finais 4 e 9 no dia 5. Finais 5 e 0 no dia 6.
Por que tantos benefícios ficam no mínimo?
Grande parte das aposentadorias pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social fica limitada a um salário mínimo. O valor atual de referência citado por muitos segurados é de R$ 1.621.
Diante disso, cresce o interesse por alternativas legais que possam elevar a renda mensal. Informações divulgadas pelo canal Ingrácio Advocacia apontam três estratégias que podem ajudar, inclusive para quem já recebe benefício.
Tempo de contribuição faz diferença
Quanto maior o tempo de contribuição, maior tende a ser o percentual aplicado sobre a média salarial. Por isso, é importante verificar se todos os períodos trabalhados estão corretamente registrados.
Entram nessa conta atividades especiais, exercidas com insalubridade ou periculosidade. Também pode ser considerado o trabalho rural em regime familiar.
Até períodos informais podem ser analisados, desde que haja possibilidade de comprovação. Cada mês reconhecido pode impactar o cálculo final.
Descarte de salários menores
A reforma da Previdência de 2019 trouxe a possibilidade de excluir contribuições mais baixas da média. A medida pode elevar o valor final da aposentadoria.
Mas há regras. É preciso ter tempo de contribuição além do mínimo exigido. E o descarte é definitivo. Depois de excluir determinado período, ele não poderá ser utilizado para nenhum outro fim.
Planejamento é decisivo
Outra orientação é fazer um estudo detalhado do histórico profissional. O chamado planejamento previdenciário ajuda a identificar o melhor momento para pedir o benefício ou solicitar revisão.
Com a estratégia adequada, o valor pode subir de um salário mínimo para mais de R$ 2 mil, dependendo do caso. Cada situação exige análise individual.
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