Nesta quarta-feira (20), foi divulgada a mais nova edição do Índice de Progresso Social (IPS), que mede a capacidade dos municípios brasileiros de atender necessidades básicas, garantir bem-estar e ampliar oportunidades para a população.
A competência é determinada a partir de uma análise que gera uma pontuação que varia de 0 a 100, baseada em 57 indicadores sociais e ambientais organizados em três pilares centrais ligados aos aspectos citados anteriormente.
E de acordo com os resultados mais recentes, entre as capitais, Curitiba, no Paraná, se consolidou como o grande destaque de 2026, ficando à frente de metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
A cidade lidera o ranking com um total de 71,29 pontos. O desempenho é impulsionado, principalmente, pelos indicadores de saneamento, moradia, educação e inclusão social, sendo essas áreas as quais a capital paranaense obteve os melhores resultados.
É relevante destacar que Curitiba ainda enfrenta dificuldades em setores como saúde e bem-estar (44,07 pontos) e direitos individuais (26,36 pontos). Contudo, nem mesmo esses desafios conseguiram afastar a capital do topo do IPS.
IPS revela a pior capital do Brasil
Em contraste com a liderança de Curitiba no relatório de 2026, Porto Velho, a capital rondoniense, ocupou a última posição do ranking ao registrar apenas 58,59 pontos no total, apresentando dificuldades em diversas áreas e, com isso, ficando atrás de municípios como Macapá (AP) e Maceió (AL).
As notas mais baixas da cidade foram registradas em setores como infraestrutura urbana e serviços básicos. Entretanto, os resultados de indicadores como segurança pessoa, qualidade do meio ambiente e escolarização também não foram satisfatórios.
Apesar da pontuação geral mais baixa, Porto Velho ao menos conseguiu apresentar um desempenho relativamente superior no componente acesso à educação superior, no qual obteve nota 67,23, sendo essa uma das avaliações mais positivas da capital no IPS.






