O governo federal anunciou, neste mês, a criação do Gás do Povo, um novo programa social que chega para complementar o Bolsa Família e ampliar a proteção às famílias de baixa renda. A iniciativa, aprovada pelo presidente Lula, promete oferecer mais segurança no orçamento doméstico, especialmente para quem enfrenta dificuldades para custear itens essenciais.
O novo benefício surge como um reforço importante em um momento de alta no custo de vida e garante apoio direto para que mais brasileiros tenham acesso ao gás de cozinha de forma regular e acessível. O Gás do Povo foi desenvolvido para reduzir o peso do botijão de gás no orçamento das famílias mais vulneráveis, garantindo acesso contínuo a um item fundamental para a alimentação diária.
O programa atuará por meio de subsídios diretos, permitindo que beneficiários cadastrados comprem o gás de cozinha por um valor reduzido em estabelecimentos credenciados. Assim como ocorre no Bolsa Família, a seleção das famílias será feita com base nas informações do Cadastro Único, priorizando quem vive em situação de maior vulnerabilidade.
A iniciativa também prevê uma rede de pontos de venda participantes, onde o desconto poderá ser aplicado automaticamente no momento da compra. De acordo com o governo, a expectativa é que o benefício ajude a combater a insegurança alimentar e dê mais autonomia às famílias, especialmente em regiões onde o preço do gás é historicamente mais alto.
Quem tem direito ao Gás do Povo?
De acordo com as regras divulgadas pelo governo, poderão receber o Gás do Povo:
- Famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico);
- Beneficiários do Bolsa Família ou outros programas sociais;
- Famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa;
- Lares em situação de vulnerabilidade comprovada, especialmente os que enfrentam dificuldades para comprar o botijão de gás regularmente.






