Aos 83 anos, Caetano Veloso escolheu viver longe do eixo Rio–São Paulo e fixou residência no Rio Vermelho, em Salvador. Mais do que uma mansão em um dos bairros mais tradicionais da capital baiana, a residência se tornou um refúgio artístico.
Conhecido por compor canções marcantes durante a ditadura militar, período em que a música brasileira serviu como instrumento de crítica e resistência, Caetano hoje transforma sua casa em um espaço marcado por encontros e muita música.
Um endereço que carrega história
Localizada em uma área historicamente ligada à boemia e aos movimentos culturais, a residência reforça o vínculo do artista com suas origens.
O Rio Vermelho sempre foi ponto de encontro de artistas, intelectuais e movimentos culturais. Viver em Salvador reforça o pertencimento e valorização da própria história de Caetano.
Convivência acima da ostentação
Diferente das mansões luxuosas, a mansão não segue o padrão de ostentação comum a propriedades de luxo e aposta em um conceito mais afetivo e funcional.
Os ambientes amplos foram pensados para receber amigos, familiares e artistas para trocar ideias e criar.
Com os ambientes amplos, áreas abertas e integração entre os cômodos, a residência favorece reuniões informais e música ao vivo — marca registrada dos encontros que acontecem na casa do artista.
Vida, arte e família
A convivência com filhos, amigos e parceiros criativos faz parte do cotidiano do cantor. A casa funciona como extensão de sua trajetória artística, unindo vida pessoal e a arte.
A escolha de Caetano por um refúgio aberto à convivência transforma a mansão no Rio Vermelho em um dos endereços mais emblemáticos da história recente da música brasileira.






