O heptacampeão mundial de Fórmula 1, Lewis Hamilton, viveu um momento de grande tristeza nesta semana. O piloto da Ferrari confirmou, na segunda-feira (29), a morte de Roscoe, seu buldogue inglês de 12 anos, que o acompanhava desde 2013. O animal estava internado devido a um quadro de pneumonia e, após quatro dias em coma induzido, não resistiu.
Decisão dolorosa
Em um relato emocionado nas redes sociais, Hamilton contou que precisou enfrentar a difícil escolha de desligar os aparelhos que mantinham Roscoe vivo. Segundo ele, o cão lutou até o fim. “Sou imensamente grato por ter vivido ao lado de uma alma tão pura, que foi meu anjo e melhor amigo”, escreveu o piloto ao se despedir.
Mais que mascote, um parceiro
Roscoe não era apenas um animal de estimação. Durante mais de uma década, esteve presente nos bastidores das corridas, em premiações e até em campanhas publicitárias. O buldogue virou uma figura querida também pelos fãs, já que Hamilton frequentemente compartilhava registros dos dois em momentos de lazer e descontração.
A perda reviveu lembranças dolorosas para o britânico, que já havia enfrentado a morte de outra cadela, Coco, em 2019. “Nunca imaginei sentir a dor de ter que colocar um cachorro para dormir. É uma experiência devastadora, que me conecta ainda mais a todos que já passaram por isso”, desabafou.
Apoio dos fãs
A notícia rapidamente mobilizou admiradores em todo o mundo, que encheram as redes sociais do piloto de mensagens de solidariedade. Hamilton agradeceu o carinho recebido e destacou como foi especial perceber o quanto Roscoe também era amado pelo público.
Roscoe faleceu no domingo (28), em Londres, nos braços do próprio piloto. Apesar da perda, Hamilton já se prepara para voltar às pistas no próximo fim de semana, no Grande Prêmio de Singapura, que deverá ser marcado pela lembrança do companheiro de quatro patas.






