Nesta segunda-feira, 25 de maio, a Lua aparece na fase crescente e segue ganhando cada vez mais brilho no céu noturno. No entanto, esse cenário vai mudar nas próximas semanas. Daqui a cerca de 15 dias, o satélite natural da Terra entrará na fase minguante, quando começa a aparentar estar “encolhendo” e ficando mais estreito para quem observa da Terra.
O calendário lunar de maio começou com a Lua cheia no dia 1º, passou pela fase minguante no dia 9 e depois entrou na Lua nova em 16 de maio. Agora, desde o último dia 23, o astro está na fase crescente, considerada uma das mais bonitas para observação. A próxima mudança acontece em 8 de junho de 2026, quando a Lua passará oficialmente para a fase minguante.
Durante a fase minguante, a iluminação visível da Lua diminui gradualmente, dando a impressão de que ela está “espremida” no céu. Isso acontece porque as fases lunares são resultado da interação entre a Terra, o Sol e a própria Lua. Dependendo da posição do satélite em relação ao planeta e à luz solar, diferentes partes iluminadas ficam visíveis para os observadores.
O chamado ciclo lunar, também conhecido como lunação, dura em média 29,5 dias. Ao longo desse período, a Lua passa pelas quatro fases principais: nova, crescente, cheia e minguante. Cada etapa dura aproximadamente sete dias e influencia diretamente a aparência do astro no céu, despertando curiosidade e fascínio em milhões de pessoas ao redor do mundo.
Entenda como funciona o ciclo das fases da Lua
As fases da Lua acontecem devido à forma como a luz do Sol ilumina o satélite natural enquanto ele orbita a Terra. Embora a Lua esteja sempre iluminada pela estrela, nem toda a parte iluminada pode ser vista do planeta ao mesmo tempo. Isso cria o efeito visual das diferentes fases observadas ao longo do mês.
A Lua crescente, por exemplo, marca o período em que a área iluminada começa a aumentar após a Lua nova. Já a fase minguante representa justamente o movimento contrário, quando a iluminação visível diminui até o reinício de um novo ciclo lunar. Esse fenômeno astronômico é um dos mais antigos observados pela humanidade e continua despertando interesse até hoje.






