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Enquanto Mercado Livre vale R$ 505 bilhões, Petrobras custa muito mais

Por Julia Martins
28/02/2026

A disputa pelo topo do valor de mercado na América Latina ganhou novo capítulo em 2026. Depois de um período de protagonismo das empresas de tecnologia, a liderança voltou para um nome tradicional da economia brasileira. A Petrobras retomou a posição de companhia mais valiosa da região.

De acordo com levantamento da Elos Ayta, a estatal alcançou US$ 100,9 bilhões em valor de mercado. Desde o fim de 2025, a empresa adicionou US$ 26,3 bilhões à sua avaliação, o maior crescimento absoluto entre as grandes companhias latino-americanas no período.

Mudança no topo do ranking

A virada ocorre após a perda de fôlego da Mercado Livre. A companhia, que havia assumido a liderança em agosto de 2024, viu seu valor recuar US$ 7,6 bilhões em 2026. Com isso, passou a valer US$ 94,5 bilhões e caiu duas posições no ranking.

A correção encerra um ciclo simbólico marcado pela ascensão das plataformas digitais na região. O início deste ano, porém, aponta para uma revalorização de setores considerados mais tradicionais.

Setores tradicionais retomam espaço

Na segunda colocação aparece o Itaú Unibanco, que somou US$ 22,1 bilhões em valor de mercado e atingiu US$ 97,8 bilhões. O avanço reforça o peso do sistema financeiro no cenário regional.

O ranking mostra ainda forte presença de empresas brasileiras entre as dez maiores. Além de Petrobras e Itaú, figuram na lista BTG Pactual, Vale e Ambev. A Nu Holdings, sediada nas Ilhas Cayman, mas com operação concentrada no Brasil, também integra o grupo.

O México aparece com três representantes: Grupo México, América Móvil e Walmart de México. A Argentina mantém apenas o Mercado Livre entre as dez primeiras.

Quem ganhou e quem perdeu valor?

O estudo aponta que apenas duas companhias registraram perda de valor em 2026: Mercado Livre e Nu Holdings, que encolheu US$ 2,65 bilhões. As demais avançaram.

Entre os destaques de crescimento estão Vale, com alta de US$ 16,4 bilhões, BTG Pactual, que adicionou US$ 15,5 bilhões, e Grupo México, com expansão de US$ 19,1 bilhões.

Outro fator que influenciou os números foi o câmbio. A desvalorização de 6,16% do dólar ao longo de 2026 elevou automaticamente o valor das empresas brasileiras quando convertido para a moeda americana, ampliando a percepção de valorização no mercado internacional.

O novo retrato do ranking indica uma mudança de eixo. Energia e bancos voltam a ocupar espaço central na América Latina, enquanto o setor de tecnologia enfrenta um momento de ajuste.

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Julia Martins

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