A Nasa confirmou que, em 2186, ocorrerá o maior eclipse já registrado na história da Terra. O fenômeno terá duração de aproximadamente 7 minutos e 29 segundos, estabelecendo um recorde histórico de observação. Apesar de ainda estar distante, o eclipse já desperta grande interesse entre os observadores do céu.
Além do espetáculo visual, o evento deve expandir os estudos solares, permitindo análises inéditas sobre o Sol, sua coroa e os efeitos no sistema solar. A duração extraordinária do eclipse está relacionada ao apogeu da Lua em 2186, o ponto mais distante da Terra em sua órbita.
Esse alinhamento específico, combinado à excentricidade da órbita lunar e à sua velocidade reduzida, fará com que a sombra da Lua permaneça sobre a Terra por mais tempo. É esse fenômeno único que permitirá superar todos os registros anteriores, tornando o eclipse total de 2186 um marco na astronomia.
Durante o eclipse, regiões inteiras do planeta experimentarão uma breve escuridão, como se fosse noite, mesmo durante o dia. Cientistas e astrônomos de todo o mundo já projetam expedições e observações especiais para registrar cada detalhe do fenômeno, aproveitando a rara oportunidade de estudar a atmosfera solar e os efeitos da sombra lunar sobre a Terra.
O que é um eclipse lunar?
Um eclipse lunar ocorre quando a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre a Lua. Em outras palavras, durante um eclipse lunar, a Lua deixa de receber luz direta do Sol porque a Terra bloqueia essa luz.
Existem três tipos principais de eclipses lunares:
- Eclipse lunar total – toda a Lua entra na sombra da Terra, adquirindo um tom avermelhado ou cobreado, conhecido como “Lua de Sangue”.
- Eclipse lunar parcial – apenas parte da Lua passa pela sombra da Terra, fazendo com que uma fração dela escureça.
- Eclipse penumbral – a Lua atravessa apenas a penumbra da Terra, causando um escurecimento sutil, muitas vezes difícil de perceber a olho nu.






