Nascido no Tennessee e residente na área metropolitana de Atlanta, nos Estados Unidos, o jovem Julian Brown, de 21 anos, despertou atenção global ao desaparecer misteriosamente das redes sociais. Autodidata, o norte-americano desenvolveu o que chamou de “Plastoline”, um reator de pirólise por micro‑ondas capaz de transformar resíduos plásticos em combustíveis como gasolina, diesel e querosene.
A descoberta viralizou nas redes sociais, especialmente no Instagram e TikTok, onde compartilhava o progresso dos experimentos. Fundador da empresa, Julian Brown foi selecionado como bolsista da 776 Foundation Climate Fellowship, programa voltado à inovação climática. A fama, porém, foi logo substituída por um curioso desaparecimento.
Em 9 de julho deste ano, o jovem publicou um vídeo alarmante dizendo estar “sob ataque” e pediu para os seguidores “guardarem o vídeo”. Ele relatou sentir-se seguido, sugeriu que helicópteros pretos circulavam sua casa, e disse que talvez não tivesse muito tempo de vida. Desde então, seus perfis nas redes ficaram inativos.
Sua mãe, Nia Brown, informou para a imprensa que Julian está bem e seguro, mas se mantém em retraimento por motivos de segurança, sem fornecer detalhes adicionais sobre localização ou circunstâncias. A polícia de Atlanta também confirmou que, até o momento, nenhum egistro de pessoa desaparecida foi aberto em seu nome.
O que é Plastoline?
Trata-se de um reator de pirólise por micro-ondas, alimentado por energia solar, projetado para converter resíduos plásticos em combustíveis como gasolina, diesel e querosene. Essa tecnologia quebra o plástico em ausência de oxigênio, criando um combustível líquido limpo após destilação.
Brown construiu os protótipos em sua oficina doméstica, utilizando partes recicladas de micro-ondas (como magnetrons), painéis solares e geradores para alimentar o sistema.
Após múltiplas iterações (como o modelo “Mark 4.5”), ele realizou testes que chegaram a acionar um motor a combustão com plastoline, comprovando sua viabilidade prática.






