Mães que criam os filhos sozinhas e estão inscritas no Bolsa Família podem receber valores adicionais além do piso mínimo de R$ 600. Dependendo da composição familiar, o benefício pode incluir R$ 150 por criança de até 6 anos e mais R$ 50 em situações específicas, como gestação ou presença de filhos adolescentes.
Os valores adicionais já estão em vigor e são pagos automaticamente às famílias que cumprem as regras do programa.
Quando é possível receber R$ 150 e mais R$ 50
O chamado Benefício Primeira Infância garante R$ 150 extras por criança de 0 a 6 anos. Já o Benefício Variável Familiar acrescenta R$ 50 para gestantes, mães de bebês de até seis meses e para cada filho entre 7 e 18 anos incompletos.
Assim, uma mãe solo com um filho pequeno e outro adolescente, por exemplo, pode acumular os dois adicionais. O pagamento é feito pela Caixa Econômica Federal, geralmente pelo aplicativo Caixa Tem.
Quem mora sozinha também pode ter direito
Gestantes que vivem sozinhas também têm direito a receber o acréscimo, já que são registradas como responsáveis familiares no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).
Para ter direito ao benefício, a renda deve ser de até R$ 218 mensais, além de estar inscrita no CadÚnico com os dados atualizados.
Auxílio de R$ 1.200 ainda não está valendo
Circula a informação sobre um pagamento fixo de R$ 1.200 para mães solteiras. A proposta existe, mas ainda é apenas o Projeto de Lei 2099/2020, em tramitação no Congresso. O valor não está sendo pago atualmente.
O que fazer se o valor adicional não aparecer
Caso o adicional não conste no aplicativo, a orientação é aguardar a atualização da folha de pagamento e conferir os dados no CRAS. Também é possível buscar informações pelo telefone 121, canal oficial do Ministério do Desenvolvimento Social.






