O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou uma nova medida que pode impactar milhões de segurados em todo o país. A autarquia determinou que aposentados, pensionistas e beneficiários de programas como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) realizem o recadastramento biométrico até novembro de 2025. Quem não cumprir a exigência poderá ter o pagamento suspenso temporariamente.
Regras para manter o benefício
A medida faz parte de um esforço para reforçar a segurança contra fraudes no sistema previdenciário. O recadastramento será feito por meio da biometria, seja por reconhecimento facial ou pela coleta de impressões digitais. O procedimento será obrigatório tanto para quem já recebe algum benefício quanto para novos solicitantes.
De acordo com o INSS, a exigência garante maior confiabilidade nos cadastros e ajuda a evitar pagamentos irregulares. Assim, os segurados precisam se organizar para não perder os prazos e garantir a continuidade de seus benefícios.
Quem está isento da obrigatoriedade
Embora a regra seja ampla, há exceções. Segurados que emitiram recentemente a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) já possuem biometria registrada nos sistemas oficiais. Nesses casos, não será necessário realizar um novo recadastramento neste momento.
No entanto, os demais segurados devem ficar atentos e buscar os canais oficiais do INSS para efetuar o procedimento o quanto antes, evitando bloqueios e transtornos futuros.
Calendário de pagamentos de setembro
Enquanto a nova regra não entra em vigor, o INSS mantém o calendário de pagamentos referente a setembro. Para quem recebe até um salário mínimo, os depósitos seguem até o início de outubro, conforme o número final do benefício. Já para os que recebem acima do piso nacional, os créditos começam em 1º de outubro.
- Até um salário mínimo: finais 1 (25/09) a 0 (08/10).
- Acima de um salário mínimo: finais 1 e 6 (01/10) até 5 e 0 (07/10).
O recadastramento biométrico, no entanto, é prioridade: sem ele, os pagamentos podem ser suspensos já no fim do próximo ano.






