O pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família começa na próxima quinta-feira, dia 12, com liberação dos valores para cerca de 18,7 milhões de famílias em todo o país. O repasse é destinado aos beneficiários que cumprem os critérios do programa e mantêm os dados atualizados no Cadastro Único.
Pagamentos são antecipados por causa do Carnaval
Em fevereiro, o cronograma sofreu ajustes em razão do feriado de Carnaval. Para evitar atrasos, o governo federal decidiu antecipar o início dos depósitos. A Caixa Econômica Federal, responsável pelos pagamentos, fará uma pausa durante a segunda e a terça-feira de Carnaval, período em que as agências estarão fechadas e não haverá liberação do benefício.
Para ter direito ao Bolsa Família, é necessário que a renda mensal por pessoa da família seja de até R$ 218, além do cumprimento de exigências nas áreas de saúde e educação, como acompanhamento pré-natal, vacinação e frequência escolar.
Municípios com pagamento unificado
Como ocorre em situações excepcionais, o Ministério do Desenvolvimento Social autorizou o pagamento antecipado e unificado para moradores de cidades que tiveram situação de emergência ou calamidade pública reconhecida pelo governo federal. Nesses casos, o valor é liberado no primeiro dia do calendário, independentemente do final do NIS.
Em fevereiro, 21 municípios já foram incluídos nessa lista, localizados nos estados de Santa Catarina, Piauí, Amazonas, Roraima e Sergipe. Outras cidades ainda aguardam homologação para possível inclusão antes do início dos pagamentos.
Calendário segue número final do NIS
Para quem não reside em municípios com antecipação, os depósitos seguem o calendário tradicional, conforme o último dígito do Número de Inscrição Social. Os pagamentos ocorrem entre os dias 12 e 27 de fevereiro. Beneficiários com data prevista para segunda-feira costumam receber no sábado anterior, prática adotada com frequência pela Caixa.
Valores permanecem os mesmos
Até o momento, não há definição sobre reajuste no valor base do Bolsa Família em 2026. O benefício segue fixado em R$ 600 por família, com adicionais de R$ 150 para crianças de até seis anos e R$ 50 para gestantes, nutrizes e dependentes entre sete e 18 anos.
O orçamento anual do programa é de R$ 160 bilhões, com repasses mensais que alcançam cerca de R$ 13 bilhões.






