O aumento das tensões no Oriente Médio levou França, Alemanha e Reino Unido a divulgarem uma posição conjunta mais dura diante da reação do Irã aos recentes ataques envolvendo Israel e os Estados Unidos.
No comunicado, os três governos afirmam que poderão adotar medidas para proteger aliados e interesses estratégicos na região. A declaração menciona a possibilidade de agir para neutralizar ameaças consideradas iminentes.
As capitais europeias também criticaram os ataques iranianos contra os países vizinhos, classificando as ações como ameaças aos aliados e ao pessoal militar e civil na região.
Reforço militar e retirada de civis
A movimentação diplomática veio acompanhada de ações; o governo britânico iniciou preparativos para retirar cidadãos que permanecem nos países que estão sob ataque e que tiveram voos cancelados. A França, por sua vez, decidiu reposicionar o porta-aviões Charles de Gaulle para o Mediterrâneo oriental, ampliando sua presença militar próxima às áreas de tensão.
Apesar do endurecimento do discurso, os países europeus reforçaram que não participaram diretamente dos bombardeios e defenderam a retomada de negociações diplomáticas. Também reiteraram apoio à proteção de civis e à busca por estabilidade.
Em resposta, o chanceler iraniano Abbas Araghchi declarou que o país não vai impor restrições ao que considera seu direito de autodefesa.






