A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, na última sexta-feira (5), um alerta sobre o uso inadequado da tadalafila e de outras substâncias da mesma classe em produtos sem autorização. O órgão reforçou que medicamentos como sildenafila, vardenafila, udenafila e lodenafila só devem ser utilizados com prescrição médica.
Essas substâncias atuam como inibidores da fosfodiesterase tipo 5, que relaxam os vasos sanguíneos e aumentam o fluxo de sangue. No Brasil, a tadalafila é indicada exclusivamente para o tratamento da disfunção erétil em homens adultos.
Uso fora das indicações médicas preocupa autoridades
Segundo a Anvisa, cresce o consumo irregular dessas substâncias, tanto para melhora da performance sexual quanto em contextos estéticos e esportivos, como academias. A prática tem sido disseminada em redes sociais, apesar de não existir comprovação científica de eficácia ou segurança para esse tipo de uso.
O órgão reforça que não há registro de medicamentos aprovados para ganho de massa muscular, aumento de força ou melhora de rendimento físico com base nessas substâncias. Além disso, muitos produtos circulam de forma clandestina, inclusive em gomas, suplementos ou cápsulas manipuladas sem autorização.
Principais riscos do consumo irregular
O uso inadequado pode provocar efeitos graves. Entre os riscos apontados pela Anvisa estão:
- Infarto, AVC, arritmias e morte súbita;
- Queda ou aumento da pressão arterial, com risco de desmaios;
- Perda súbita de visão ou audição, acompanhada de tontura e zumbido;
- Ereções prolongadas e dolorosas, superiores a quatro horas;
- Dependência psicológica ligada ao desempenho sexual ou físico.
- Orientações da Anvisa
- A agência recomenda que profissionais de saúde realizem avaliação clínica antes da prescrição e orientem os pacientes sobre os riscos da automedicação. Casos de efeitos adversos devem ser notificados no sistema VigiMed, e produtos irregulares podem ser denunciados via Notivisa.
- Para a população em geral, o alerta é claro: usar apenas medicamentos registrados, buscar orientação médica antes de iniciar o tratamento e evitar fórmulas manipuladas sem prescrição. Em situações de sintomas graves, o atendimento médico deve ser imediato.
- A Anvisa reforça ainda que todas as substâncias citadas são de venda sob prescrição médica, não podendo integrar suplementos ou outros tipos de produtos disponíveis no mercado.
Orientações da Anvisa
A agência recomenda que profissionais de saúde realizem avaliação clínica antes da prescrição e orientem os pacientes sobre os riscos da automedicação. Casos de efeitos adversos devem ser notificados no sistema VigiMed, e produtos irregulares podem ser denunciados via Notivisa.
Para a população em geral, o alerta é claro: usar apenas medicamentos registrados, buscar orientação médica antes de iniciar o tratamento e evitar fórmulas manipuladas sem prescrição. Em situações de sintomas graves, o atendimento médico deve ser imediato.
A Anvisa reforça ainda que todas as substâncias citadas são de venda sob prescrição médica, não podendo integrar suplementos ou outros tipos de produtos disponíveis no mercado.






