Desenvolvido pelo Institute for Quality of Life, em parceria com a organização Happy City Hub, o Índice de Cidades Felizes (“Happy City Index”, no idioma original) de 2026 foi divulgado recentemente e trouxe bastante relevância para o Brasil.
Afinal, a cidade de São Paulo, que é popularmente conhecida como “a capital do trabalho”, alcançou uma posição de destaque no ranking, sendo apontada como a cidade mais feliz da América Latina.
Para avaliar a qualidade de vida e bem-estar oferecido pelos locais selecionados, o levantamento se baseou em 64 indicadores, que se dividem entre categorias como cidadãos, governança, meio ambiente, economia, saúde e mobilidade.
E com base nos critérios avaliados, a capital paulista apresentou potencial para superar outras metrópoles globais, como Nova York, que ocupa a 207ª posição, Pequim, que aparece no 211º lugar, e Xangai, que surge em 229º.
Além disso, ao figurar na 161ª posição, São Paulo também conseguiu ficar à frente das outras duas únicas cidades brasileiras presentes no ranking, sendo elas Curitiba (197ª) e Belo Horizonte (219ª).
Título recebido por cidade gerou controvérsias nas redes
De acordo com os responsáveis pelo levantamento, o Índice de Cidades Felizes tem como objetivo central evidenciar centros urbanos capazes de proporcionar boa qualidade de vida à população.
E apesar da alta pontuação conquistada por São Paulo no ranking, internautas reagiram de forma adversa nas redes sociais, com muitos criticando a escolha da cidade como representante da América Latina por conta dos problemas que ela enfrenta.
Nos comentários de uma publicação feita g1 no X (antigo Twitter), usuários teceram críticas relacionadas à segurança pública, à crise habitacional, aos problemas hídricos e ao transporte público da capital.
E embora as opções culturais e de lazer oferecidas pela cidade tenham sido citadas, uma quantidade massiva de pessoas classificou São Paulo como “estressante” e “perigosa”.






