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Enquanto brasileiros pagam quase R$ 100 na picanha, argentinos estão comendo carne de burro

Por Caio César Gomes
25/04/2026
Enquanto brasileiros pagam quase R$ 100 na picanha, argentinos estão comendo carne de burro

Catriel Gallucci Bordoni/NurPhoto/Getty Images

Enquanto o preço da carne bovina segue elevado no Brasil, chegando perto de R$ 100 o quilo da picanha em alguns locais, a realidade em países vizinhos é bem diferente. Na Argentina, a crise econômica tem levado parte da população a buscar alternativas mais baratas. Entre elas, está o consumo de carne de burro e até de lhama.

A alta da inflação e a perda do poder de compra têm forçado mudanças nos hábitos alimentares dos argentinos. Com a carne bovina cada vez mais cara, cortes tradicionais estão sendo substituídos por opções menos convencionais. A carne de burro, por exemplo, passou a aparecer como alternativa acessível.

Apesar de incomum para muitos brasileiros, o consumo desse tipo de carne não é totalmente novo na região. Em momentos de dificuldade econômica, a população tende a recorrer a alternativas mais baratas. O problema é que isso reflete um cenário preocupante de perda de qualidade de vida.

Enquanto isso, no Brasil, mesmo com preços altos, a carne bovina ainda segue como principal opção na mesa. A diferença entre os dois países escancara o contraste econômico atual na América do Sul. De um lado, consumidores pagando caro por cortes nobres. Do outro, uma população buscando alternativas para conseguir manter a alimentação.

Crise econômica muda hábitos e preocupa especialistas

Especialistas apontam que a substituição da carne bovina por opções mais baratas é um sinal claro de deterioração econômica. Quando itens tradicionais deixam de ser acessíveis, o impacto vai além da alimentação. Ele reflete diretamente na qualidade de vida da população. Esse tipo de mudança costuma ser um dos primeiros sinais de crise mais profunda.

Além disso, há preocupação com os impactos nutricionais dessa troca alimentar. Nem sempre essas alternativas oferecem o mesmo valor nutricional ou segurança sanitária. Isso pode trazer consequências no longo prazo. Por isso, o tema vem sendo acompanhado de perto por autoridades e economistas.

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Caio César Gomes

Caio César Gomes

Jornalista por formação (Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP), apaixonado por contar boas histórias.

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