A divulgação recente dos números da rede varejista Havan reacendeu o debate sobre a dimensão financeira de grandes lojas no Brasil.
O empresário Luciano Hang, dono da Havan, revelou que a rede varejista movimenta cerca de R$ 50 milhões por dia. Em um mês, o faturamento gira em torno de R$ 1,5 bilhão, enquanto a estimativa anual alcança R$ 18 bilhões, com projeção de ultrapassar os R$ 20 bilhões no próximo ano.
A empresa, que soma aproximadamente 22 mil funcionários, destina cerca de R$ 120 milhões mensais apenas para a folha salarial. No último ano, o recolhimento de impostos chegou à casa dos R$ 4 bilhões.
Avaliada em aproximadamente R$ 45 bilhões, a Havan ocupa uma posição de destaque entre lojas de varejo nacional, sempre investindo em crescimento e expansão de lojas pelo país.
Os números impressionam não apenas pelo volume, mas pela comparação com outras áreas de grande visibilidade pública, como o futebol.
O maior salário do país no futebol
Atuando pelo Santos, o atacante recebe cerca de R$ 4,5 milhões por mês, sendo considerado o maior salário do futebol brasileiro na atualidade. Ainda assim, o valor do salário de Neymar equivale a menos de 10% do que a Havan fatura em apenas um dia.
Ao longo do contrato atual, Neymar deve acumular aproximadamente R$ 27 milhões, sem considerar bônus por desempenho ou uma possível extensão contratual até 2026, ano de Copa do Mundo.
O acordo também envolve a renegociação de uma dívida ligada aos direitos de imagem do atleta, estimada em R$ 85 milhões.

Expectativas dentro e fora de campo
Desde o retorno ao Santos, Neymar enfrentou limitações físicas e participou pouco do Campeonato Brasileiro, gerando questionamentos nos bastidores. Mesmo assim, a diretoria mantém a aposta na recuperação plena do atleta.
A comparação entre os números do varejo e do futebol mostra realidades diferentes. Até mesmo os maiores salários nacionais do esporte parecem “pequenos” diante do mercado varejista, que opera em escala bilionária diária.






