Depois de semanas de conversas nos bastidores e clima de incerteza, Rodrigo Faro oficializou, na quarta-feira (18), a renovação de contrato com a Record. O acordo envolveu concessões de ambos os lados e resultou em uma mudança significativa na remuneração do apresentador de 49 anos.
Pelo novo contrato, o salário fixo mensal será de R$ 600 mil — metade do valor anterior, que era de R$ 1,2 milhão. A emissora, inicialmente, teria proposto uma redução ainda maior, para R$ 300 mil, mas a oferta não foi aceita. A assinatura do novo vínculo foi confirmada pela própria empresa.
Mudança no modelo de ganhos
Além do corte no valor fixo, o formato de participação nas receitas publicitárias também foi alterado. Até o fim do contrato anterior, válido até o dia 31, Faro podia negociar diretamente uma cota de patrocínio por programa e ficava com 100% do valor fechado.
A partir de agora, essa dinâmica deixa de existir. As negociações comerciais passarão a ser conduzidas exclusivamente pelo departamento comercial da Record. O apresentador não poderá mais fechar acordos diretamente com agências ou anunciantes, prática que vinha gerando divergências internas relacionadas aos valores aplicados.
Mesmo assim, ele seguirá recebendo participação nas ações publicitárias vinculadas ao Hora do Faro.
Possibilidade de ganhos maiores
Apesar da redução no salário fixo, o novo modelo abre espaço para ganhos variáveis. Dependendo do desempenho comercial do programa e das ações de merchandising realizadas, a remuneração mensal pode alcançar cifras próximas a R$ 2 milhões — patamar que já foi atingido em fases anteriores da atração.
O resultado final, portanto, dependerá do desempenho do programa no mercado publicitário e da capacidade de atrair anunciantes dentro do novo formato estabelecido pela emissora.
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