O horário de verão nos Estados Unidos começa tradicionalmente no segundo domingo de março e, em 2026, não será diferente. Na data marcada, os relógios serão adiantados em uma hora às 2h da manhã, marcando o início do chamado Daylight Saving Time (DST). A medida segue até novembro, quando os ponteiros voltam ao horário padrão.
Ao todo, 48 estados norte-americanos adotam o horário de verão. As exceções são o Havaí e a maior parte do Arizona, que optaram por não aderir à mudança. No caso do Arizona, apenas a Nação Navajo segue o DST, criando uma situação particular dentro do próprio estado.
O objetivo do horário de verão é aproveitar melhor a luz natural durante a primavera e o verão, estendendo o período de claridade no fim do dia. A prática foi adotada com a justificativa de economia de energia e melhor aproveitamento das atividades comerciais e de lazer no período noturno.
Apesar de ser amplamente utilizado, o tema gera debates recorrentes no país. Parlamentares de diferentes estados já discutiram propostas para tornar o horário de verão permanente ou até mesmo abolir a mudança de relógio. Enquanto não há consenso nacional, a maioria dos estados continua ajustando os ponteiros todos os anos.
Mudança afeta rotina, voos e mercados financeiros
A alteração no horário impacta diretamente a rotina de milhões de pessoas, além de setores como transporte aéreo, tecnologia e mercado financeiro. Companhias aéreas e sistemas digitais ajustam automaticamente seus cronogramas para evitar falhas, enquanto bolsas de valores e empresas que operam internacionalmente precisam alinhar seus horários com outros países.
Especialistas também alertam para possíveis efeitos no sono e na saúde nos primeiros dias após a mudança. A adaptação ao novo horário pode causar cansaço e queda de produtividade temporária, especialmente em crianças e trabalhadores com jornadas rígidas, até que o organismo se ajuste ao novo ciclo de luz natural.






