Localizados no chamado chamado “Distrito Vicuña”, uma área remota e montanhosa que fica entre a Argentina e o Chile e a alguns quilômetros do Brasil, os projetos Filo del Sol e Josemaría atraíram atenção internacional por conta de seu potencial mineral.
Isso porque, de acordo com análises realizadas na região, a área pode abrigar cerca de 32,2 milhões de onças de ouro, sendo esse um volume capaz de gerar ganhos que beiram valores trilionários.
Por conta disso, as duas minas não só tem atraído grandes investimentos, como ainda estão sendo melhor exploradas pela Vicuña Corp., uma companhia que derivou da parceria entre a sueco-canadiana Lundin Mining e a australiana BHP.
Além de averiguar a possibilidade de realização de perfurações na região, ponderando riscos e vantagens, as empresas também pretendem atestar de as estimativas realmente estão corretas com o intuito de evitar prejuízos.
E é importante ressaltar que, caso os atributos de Filo del Sol e Josemaría correspondam ao esperado, o Distrito Vicuña pode se consolidar como um dos maiores polos mineradores do planeta.
Além do ouro: potencial mineral da região também impressiona por quantidades de prata e cobre
Por mais que o ouro seja significativamente mais valioso que a prata e o bronze, ele não é o único atrativo do Distrito Vicuña, tendo em vista que a região também concentra grandes quantidades desses outros metais.
Vale lembrar que, além de também apresentarem uma demanda relativamente alta no setor joalheiro, a prata e o bronze ainda possuem muitas aplicações industriais e tecnológicas que os tornam bastante relevantes.
De acordo com pesquisas iniciais realizadas na região, Filo del Sol e Josemaría abrigam cerca de 12,8 milhões de toneladas de cobre e cerca de 659 milhões de onças de prata no total, que, por sua vez, contribuíram para a valorização econômica local tanto quanto o ouro.






