No Brasil, os árbitros de futebol profissionalizados que atuam na Série A do Campeonato Brasileiro não recebem um salário fixo mensal como jogadores, mas sim pagamentos por partida apitada, além de diárias e taxas de deslocamento. Isso vale tanto para juízes do quadro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) quanto para aqueles com certificação FIFA ou Master.
Em 2026, por jogo na Série A, um árbitro com credencial FIFA recebe R$ 7.600,00, enquanto um árbitro do quadro da CBF ganha R$ 5.500,00 por partida. Assistentes e juízes de vídeo também têm remunerações específicas: um assistente FIFA recebe R$ 4.560,00, e o correspondente da CBF recebe R$ 3.300,00.
Há ainda pagamentos para quarto e quinto árbitros, inspetores e outras funções ligadas à arbitragem. Além desses valores por jogo, os profissionais recebem diárias de acordo com a distância do deslocamento até a partida, que variam de cerca de R$ 85 para viagens curtas dentro do estado até mais de R$ 300 para trajetos mais longos.
Por isso, embora muitos árbitros da Série A recebam quantias significativas a cada partida — e até somem valores altos em meses com vários jogos apitados —, sua remuneração total depende da quantidade de compromissos em que atuam, das diárias e das funções desempenhadas no campeonato.
Valores variam conforme categoria e função na arbitragem
Os ganhos na elite do futebol nacional dependem diretamente da categoria do profissional e da função exercida em cada partida do Campeonato Brasileiro Série A. Árbitros com escudo da FIFA recebem valores superiores aos integrantes apenas do quadro nacional, enquanto assistentes, quarto árbitro e equipe do VAR possuem tabelas específicas definidas pela CBF.
Apesar das cifras chamarem atenção, é importante lembrar que a maioria dos árbitros não tem contrato fixo com salário mensal. A renda depende da escalação para os jogos ao longo da temporada, além das diárias e taxas de deslocamento, o que faz com que os rendimentos variem bastante de um mês para outro.






