É impossível pensar em veículos como os da Fórmula 1 sem imaginar os velocímetros alcançando velocidades extremas. Todavia, rumores sobre uma suposta decisão da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) que poderia obrigar os pilotos a pisarem no freio começaram a circular pela internet.
Conforme noticiado por diversos portais, a entidade teria sido forçada a reduzir a velocidade máxima permitida no pit-lane do GP da Austrália, que será disputado no Circuito de Albert Park, por conta de espaço.
A decisão teria sido tomada pois muitas praças não conseguiriam adequar suas estruturas para a chegada da Cadillac, que passou a integrar o grid de 2026. Contudo, na última quarta-feira (4), a FIA finalmente se manifestou sobre o assunto.
De acordo com o portal F1 Mania, a entidade teria desmentido os rumores, afirmando que as regras permanecerão inalteradas. Desta forma, a velocidade permitida no pit-lane seguirá fixada em 80 km/h, não havendo nenhuma redução prevista.
Até o momento, a FIA se houve necessidade de realizar adequações para manter as condições. No entanto, diante da decisão, estima-se que a entidade tenha concluído que não haverão problemas relacionados à segurança.
Boatos sobre alteração de velocidade partiram de diretor de eventos
É importante destacar que os rumores sobre a suposta redução de velocidade do próximo GP podem ter atingido uma grande proporção por conta de sua fonte, já que o diretor de eventos da edição australiana da competição, Tom Mottram, foi o primeiro a mencionar a possibilidade.
No começo da semana, ele comentou, em entrevista ao portal Motorsport.com, que a medida precisaria ser adotada de forma emergencial, mas impactaria apenas esta edição da corrida, programada para ocorrer neste fim de semana.
Durante a conversa, Mottram afirmou ainda que diversos esforços foram feitos para tentar ampliar o espaço disponível. No entanto, como isso não foi possível, a redução da velocidade acabou sendo adotada como uma alternativa mais segura.






