O pagamento do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social é uma das datas mais aguardadas por milhões de brasileiros todos os anos. Em 2026, o governo federal estuda manter a prática de antecipar o benefício, algo que vem acontecendo com frequência nos últimos anos para ajudar no orçamento dos segurados e estimular a economia.
Se a antecipação for confirmada novamente, o pagamento deve ocorrer em duas parcelas. A primeira parcela costuma ser depositada junto com os benefícios do mês de abril, enquanto a segunda parcela normalmente é paga junto com a folha de maio. Esse modelo já foi adotado em anos anteriores e pode beneficiar cerca de 35 milhões de segurados.
De acordo com previsões divulgadas por especialistas e veículos de economia, a primeira parcela pode começar a cair a partir de 24 de abril, seguindo o calendário normal de pagamentos do INSS, que varia conforme o número final do benefício do segurado. Já a segunda parcela deve ser liberada entre o fim de maio e o início de junho.
Mesmo assim, a antecipação ainda depende de um decreto do governo federal para ser oficializada. Caso a medida não seja confirmada, o pagamento volta ao modelo tradicional, com parcelas liberadas apenas no segundo semestre, geralmente entre agosto e novembro.
Pagamento segue calendário oficial do INSS
Os depósitos do benefício seguem o calendário oficial do Instituto Nacional do Seguro Social, que organiza os pagamentos de acordo com o número final do benefício de cada segurado. Normalmente, quem recebe até um salário mínimo é pago primeiro, enquanto os segurados que ganham acima desse valor recebem nas datas seguintes.
Caso o governo confirme novamente a antecipação em 2026, milhões de aposentados e pensionistas poderão contar com o dinheiro ainda no primeiro semestre. A medida tem sido adotada em anos recentes para ajudar no orçamento das famílias e também estimular o consumo em todo o Brasil.






